CORRELAÇÃO ENTRE POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO AO ALEITAMENTO MATERNO E AMAMENTAÇÃO: ESTUDO DE CASO EM ENFERMAGEM EM FLORIANÓPOLIS, UMA CAPITAL AO SUL DO BRASIL

Giuliana Montagna Micheloto, Alacoque Lorenzini Erdmann

Resumo


O estudo objetivou compreender como as mães e os profissionais de enfermagem experienciam as políticas públicas em aleitamento materno no seu processo de cuidado e relacionando com a identificação de alguns fatores associados à manutenção da amamentação. Utilizou-se as abordagens quantitativa e qualitativa. Os dados quantitativos foram coletados em 2008, em uma amostra de 1073 crianças de0 a1 ano de idade. Foram calculados os fatores associados à sua manutenção da amamentação utilizando testes estatísticos. A coleta dos dados qualitativos foi realizada com 3 grupos amostrais, totalizando 31 participantes, no período de abril a agosto de 2012 e abril de 2013, por meio de entrevista semi-estruturada. Observou-se associação significativa entre aleitamento materno amamentação na primeira hora, licença maternidade e mães que não trabalham, local de consulta no serviço público de saúde e nascimento em Hospitais Amigos da Criança. Como resultado qualitativo foi apresentado uma categoria e duas subcategorias que representam a “condição interveniente”, componente do modelo paradigmático, segundo a Teoria Fundamentada nos Dados, representado pela Categoria Confrontando-se com as políticas públicas em aleitamento materno com suas subcategorias: revelando o conhecimento e o desconhecimento nas políticas públicas em aleitamento materno e identificando as fragilidade e potencialidades das políticas públicas em aleitamento materno.


Palavras-chave


Aleitamento materno, Políticas públicas, Cuidados de enfermagem

Texto completo:

PORTUGUÊS


DOI: https://doi.org/10.18310/2446-4813.2018v4n1p117-132

DOI (PORTUGUÊS): https://doi.org/10.18310/2446-48132018v4n1.842g242

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