ESTRATÉGIAS DE EDUCAÇÃO NUTRICIONAL COM ESCOLARES: O LÚDICO NA CONSTRUÇÃO DE HÁBITOS SAUDÁVEIS NA MERENDA ESCOLAR DE UM MUNICÍPIO DO NOROESTE GAÚCHO

Andressa Carine Kretschmer

Resumo


A prática da educação nutricional no ambiente escolar está presente no Programa Nacional de Alimentação Escolar- PNAE, sendo esta responsabilidade atribuída ao profissional nutricionista responsável pela merenda escolar do município e do território em execução. Ainda são poucos os relatos de experiência, assim como a execução de pesquisas na temática. O presente relato narra uma experiência exitosa iniciada no noroeste gaúcho em parceria com alunos do curso Normal local. O presente projeto realizou atividades de educação nutricional com pré-escolares através de métodos lúdico-pedagógicos. Até o presente momento participaram do trabalho aproximadamente 50 crianças com idades entre 3 a 5 anos, das Escolas Municipais de Educação Infantil- EMEI. Cabe salientar que o intuito do projeto é contemplar com atividades todos os escolares da rede municipal de ensino do município envolvido.


Texto completo:

PDF

Referências


Schmidt MI, Duncan BB, Silva GA, Menezes AM, Monteiro CA, Barreto SM, Chor D, Menezes PR. Chronic non-communicable diseases in Brazil: burden and current challenges. Lancet, 2011; 377(9781):1949-61.

World Health Organiztion/WHO. Global strategy on diet, physical activity and health: fifty-seventh World Health Assembly. Geneva: World Health Organization, 2004.

Bauman AE, Reis RS, Sallis JM, Wells JC, Loos RJF, Martin BM. Correlates of physical activity: why are some people physically active and others not? Lancet, 2012;380(9838):258-71.

Sallis JF, Bowlwa HR, Bauman A, Ainsworth BE, Bull FC, Craig CL, Sjöström M, Bourdeaudhuij I, Lefevre J, Matsudo V, Matsudo S, Macfarlane DJ, Gomez LF, Inoue S, Murase N, Volbekiene V, Mclean G, Carr H, Heggebo LK, Tomten H, Bergman P. Neighborhood Environments and Physical Activity Among Adults in 11 Countries. Am J Prev Med, 2009; 36(6):484-90.

WHO. Report of a WHO Consultation on Obesity. Defining the problem of overweight and obesity. In: Obesity, preventing and managing the global epidemic. Geneva, 1998.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa de Orçamento Familiares. IBGE 2010.

Reis CE, Vasconcelos IA, Barros JFN. Políticas públicas de nutrição para o controle da obesidade infantil. Rev. Paul Pediatr, 2011; 29(4):625-33.

Ramos M, Stein LM. Desenvolvimento do comportamento alimentar infantil. Jornal de Pediatria, 2011; 7(suppl 3):229-37.

Marin T, Berton P, Santo ERKL. Educação nutricional e alimentar: por uma correta formação dos hábitos alimentares. Revista F@pciência Apucarana –PR, 2009;7(3):72–78.

BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação-FNDE. Resolução CD/FNDE Nº 038, de 2009. Dispõe sobre o atendimento aos alunos da educação básica no Programa Nacional de Alimentação Escolar–PNAE. Disponível em: Acesso em: 12 Julho de 2017.

Cervato-Mancuso AM, Vincha KRR, Santiago DA. Educação Alimentar e Nutricional como prática de intervenção: reflexão e possibilidades de fortalecimento. Physis, 2016;26(1):25-249.

Castro C, Peliano AM. Novos alimentos, velhos hábitos e o espaço para ações educativas. In: CASTRO; COIMBR A (Orgs.). O problema alimentar no Brasil. 1. ed. São Paulo: Unicamp, 1985. p. 195–213.

Borsoi TB, Teo CRPA, Mussio BR. Educação alimentar e nutricional no ambiente escolar: uma revisão integrativa. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, 2016;11(3):1441-1460.

Pereira PR, Scagliusi FB, Batista SHS. Educação nutricional nas escolas: uma revisão. Rev Soc Bras Aliment Nutr, 2011;36:109-29.

Ramos FP, Santos LAS, Reis ABC. Educação alimentar e nutricional em escolares: uma revisão de literatura. Cad. Saúde Pública, 2013;29(11):2147-2161.

Santos LAS. O fazer educação alimentar e nutricional: algumas contribuições para reflexão. Ciência & Saúde Coletiva, 2012;17(2):455-462.

Sá NG. Nutrição e dietética. 7ª ed. rev. e atual. São Paulo: Nobel, 1990. 174 p.

Rigo NN et al. Educação Nutricional com Crianças residentes em uma associação beneficente de Erechim, RS. Revista Vivências, 2010;6(11):112-118.

Boog MFC. Educação Nutricional: passado, presente, futuro. Revista de Nutrição, Campinas, 1997;10(1):5-19.

Bernart A, Zanardo VPS. Educação nutricional para crianças em escolas públicas de Erechim/RS. Revista Vivências, 2011;7(13):71-79.

BRASIL. MEC/Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. História da Merenda Escolar- 1954 a 2001. Brasília: FNDE, 2001.

Oliveira CL, Fisberg M. Obesidade na infância e na adolescência – uma verdadeira epidemia. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabolismo, 2003;7(2):107-108.

Fagioli D, Nasser LA. Educação nutricional na infância e na adolescência: planejamento, intervenção, avaliação e dinâmicas. São Paulo: RCN Editora. 2006. 244 p.

Salvi C, Ceni GC. Educação nutricional para pré-escolares da associação creche Madre Alix. Revista Vivências, 2009; 5(8):71-76.

Valente F(org). Direito Humano à alimentação: desafios e conquistas. São Paulo; Cortez, 2002.

Monteiro CA, Conde WL. Tendência secular da desnutrição e da obesidade na infância na cidade de São Paulo. Revista de Saúde Pública. São Paulo, 2000;34(6):52-61.

Ramalho RA, Saunders C. O papel da educação nutricional no combate às carências nutricionais. Revista de Nutrição, 2000;13(1):11-16.




DOI: https://doi.org/10.18310/2446-4813.2017v3n4p389-397

DOI (PDF): https://doi.org/10.18310/2446-48132017v3n4.970g204

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


A revista Saúde em Redes (ISSN 2446-4813) foi classificada pelo Sistema Qualis-Periódico da CAPES no Quadriênio 2014/2016, período de sua criação, no estrato B1 na área de Ensino, no estrato B4 nas áreas de Enfermagem, Interdisciplinar, Psicologia, Saúde Coletiva e Serviço Social e no estrato B5 nas áreas de Geociências e Medicina II. A Saúde em Redes é indexada na Base LILACS.

Indexada no LatindexDiadorim; Google Acadêmico; DOAJ; COLECIONASUS