USO DE METODOLOGIAS ATIVAS NA VIVÊNCIA EM SAÚDE COLETIVA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

Rubneide Barreto Silva Gallo, Daysyane Santos Almeida, Fernanda Bispo de Oliveira, Francielly Santos Lima, Helimário de Souza Andrade, Jéssica Mota Santana, Joyce Evellyn S. de Oliveira, Talita Leite Santos Moraes

Resumo


INTRODUÇÃO: A participação ativa e criativa do educando e do educador no processo ensino-aprendizagem pressupõe o privilégio de uma prática pedagógica fundamentalmente dialógica e antiautoritária, na qual o aluno não se limita a receber conteúdos emitidos pelo professor. Desta forma as metodologias ativas de ensino-aprendizagem surgem como um instrumento facilitador neste processo, integrando os conteúdos da disciplina Saúde Coletiva e estimulando a criatividade a partir da realidade vivenciada. DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA: A atividade foi realizada como parte da disciplina de Saúde Coletiva, com o objetivo de tornar os conceitos desta área mais claros e prazeroso, bem como relacionar a realidade local. Foram utilizadas três diferentes metodologias ativas: 1ª - discussão de diferentes situações-problema com foco nos conceitos de Saúde Coletiva, Territorialização, Sistemas de Informações e Programação e Planejamento Local de Saúde, todos os temas com elaboração de síntese individual e coletiva; 2ª - Elaboração de material educativo (maquete, livro guia e banner); 3ª - Exposição e apresentação do material produzido na Semana de Arte e Humanização em Fisioterapia da Universidade Federal de Sergipe. IMPACTOS: Esta atividade permitiu a criatividade, bem como percepção da realidade vivenciada, com análise crítica e reflexiva dos problemas encontrados nas microáreas do bairro fictício, apresentação dos objetivos específicos para cada ação necessária, demonstrando as possíveis facilidades e dificuldades para implementação destas estratégias. Ao final da atividade todos os acadêmicos realizaram uma avaliação formativa. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Esta atividade permitiu explorar o conhecimento crítico-reflexivo e científico dos acadêmicos, bem como a criatividade e integração dos mesmos, atuando de forma responsável e respeitosa para com o docente e o grupo. Destaca-se que a construção do aprendizado é constante e pode ocorrer de diferentes formas, e isto só depende da forma com que cada docente incentiva seu acadêmico.

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.