DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS DURANTE O CICLO GRAVÍDICO-PUERPERAL E A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA NA SAÚDE DA MULHER

Natalie Battaglia Quintas, Camila Bueno Brasil, Elisa Gabardo Lima, Gabrielle Esther Doi, Raciele Ivandra Guarda Korelo, Rubneide Barreto Silva Gallo

Resumo


INTRODUÇÃO: As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) atualmente são um grave problema de saúde pública do Brasil e no mundo, causadoras por 63% das mortes e seu surgimento tem sido cada vez mais precoce segundo estimativas da OMS. Além disso, na obstetrícia são responsáveis por estimular a aparição ou agravar o quadro clínico e sintomatológico de inúmeras alterações relacionadas ao ciclo gravídico puerperal, dentre elas a Doença Hipertensiva Específica na Gravidez e o Diabetes gestacional. A prevenção dessas enfermidades, bem como o controle dos seus fatores de risco são importantes, desde o período pré-gravídico e continuamente na gestação, parto e pós-parto. OBJETIVO: realizar uma revisão integrativa da literatura destacando a relação das doenças crônicas não transmissíveis e as disfunções obstétricas e o papel da fisioterapia no ciclo gravídico-puerperal. METODOLOGIA: trata-se de uma revis‹o integrativa da literatura, elaborada a partir de artigos pesquisados nas bases de dados: Scielo, PubMED e PEDro, a pesquisa ocorreu no per’odo de Julho de 2016 a Maio de 2017. RESULTADO: Foram localizados 15 artigos abordando a tem‡tica e observou-se que a Doena Hipertensiva Espec’fica da Gesta‹o (DEHG) e o Diabetes Gestacional s‹o de maior incidncia nas mulheres na gesta‹o, e tem como principal fator de risco a obesidade e o sedentarismo. CONCLUSÃO: Apesar da baixa produção científica nesta área, observa-se que as publicações encontradas sugere que a adoção de hábitos de vida saudável, associado a cuidados médicos são fundamentais no controle destas alterações e, neste sentido, a fisioterapia tem importante papel na prevenção dessas doenças durante o ciclo gravídico-puerperal.

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A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.