PERFIL DO EGRESSO DOE FISIOTERAPIA ENTRE 2001 E 2016 DA UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI (UAM)

Camila Sotello Raymundo, Patricia Daniele P. Araújo, Alceu Nascimento Miranda Jr., Maria Elisabete Guazzelli, Luciana Caglione Martins, Deborah Varjabedian, Sergio Paulo Josely de Souza e Elaine Ferrão Fernandes

Resumo


INTRODUÇÃO: O egresso de Fisioterapia poderá contribuir como profissional da saúde, uma vez que compreende e reconhece os fatores que comprometem a qualidade de vida, respeitando os princípios éticos inerentes da profissão. Participa de atividades relacionadas com o estudo, pesquisa, divulgação, assistência, coordenação e assessoramento que promovem a saúde, o bem estar e a qualidade de vida do ser humano, desenvolvendo estudos relacionados com planejamento que facilitem a integração de componentes sociais, gerenciamento de ações que visam à prática de atividades voltadas à promoção de saúde, prevenção e recuperação de doenças, requerendo novas técnicas e o desenvolvimento de práticas adaptadas à realidade. Deverá promover organizar e supervisionar ações em saúde, gerir negócios, assessorar e prestar consultoria a empresas, fundações, sociedades e associações de classes em projetos nas áreas de saúde. Buscar informações de egressos é fundamental para dar continuidade à um ensino de qualidade. OBJETIVO: Levantar dados sobre os egressos de fisioterapia para entender o mercado de trabalho, qual o perfil profissional, áreas de atuação, remuneração, pesquisa e extensão, satisfação profissional e comparar o que é esperado de acordo com as Leis de Diretrizes e Bases do profissional fisioterapeuta. METODOLOGIA: Foi enviado questionário por meio do Google docs para todos os egressos do curso de fisioterapia entre os anos de 2001 e 2016, foram respondidos 72 questionários. RESULTADO: Amostra de 72 alunos egressos de formação entre os anos de 2001 e 2016, temos 80% do gênero feminino e 20% masculino. Atualmente, o estado civil conta com 68% solteiros, 29% casados ou em união estável e 2% divorciados. Em relação ao contexto da fisioterapia encontramos: 89% dos egressos estão atuando na área da fisioterapia, sendo 93,1% atuam no Crefito 1 e o restante no Crefito 1,2 e 11.Sobre a atuação na área da fisioterapia 39% dos egressos atendendo em domicilio, 35% atuam na área hospitalar, 25% atuam em clínicas de fisioterapia ou em equipe multidisciplinar, 10% possuem consultório, 4% atuam em academia, 3% em casa de repouso, 3% em UBS, 1,5% em universidade e em clube e 5,6% citaram outros. Jornada de trabalho encontramos 35% trabalhando mais de 40 horas semanais, 24% entre 21 e 30, 22,2% entre 31 e 40 horas, 12 % até 10 horas. 3% n‹o trabalham na área. A remuneração mensal varia da seguinte maneira: 39% ganha de 1 a 3 salários mínimos, 31% de 4 a 6 salários, 18% de 7 a 10 salários. 10% afirma não ter ganhos financeiros com a profissão. Ao conseguir o primeiro emprego encontramos que 46% apresentaram o currículo, 37% por indicação, 8% pelo estágio extracurricular, 5% por concurso público e 3% optaram em n‹o responder. O restante 4,2% possui empresa própria (consultório, clinica) ou estão a cursar a especialização. Em relação aos cursos após a graduação encontramos que 76,4% dos egressos possuem especialização, 27,8% possuem aprimoramento e 9,7% n‹o realizou nenhum curso. H‡ um ex-aluno citando mestrado e residência. Sobre a formação acadêmica encontramos os seguintes dados: 91% acreditam que o curso da fisioterapia da UAM foi ótimo ou bom; 90% dos egressos afirmam que sua formação contribuiu de forma ótima ou boa em relação ao mercado de trabalho; 96% acreditam que seus professores foram ótimos ou bons; 96% afirmam que a estrutura da UAM é ótima ou boa. Em relação a satisfação com a profissão temos 85% de satisfação ou muita satisfação. 11% afirmam estar insatisfeitos e o restante preferiu n‹o se manifestar a respeito. CONCLUSÃO: Conclui-se que o profissional formado pela UAM, na grande maioria está inserida no mercado de trabalho e satisfeito com a escolha da profissão.

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A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.