APRENDENDO E APREENDENDO: A FACILITAÇÃO DA ANÁLISE CINESIOLÓGICA ATRAVÉS DO BODY PAINTING

Aliceana Ramos Romão de Menezes Araújo, Nícia Farias Braga Maciel, Leonildo Santos do Nascimento Júnior, Pollyana Soares de Abreu Morais, Maria Elma de Souza Maciel Soares, Andrea Carla Brandão da Costa Santos

Resumo


INTRODUÇÃO: O processo atual de construção do conhecimento requer a integração de habilidades cognitivas e socioemocionais, onde o discente participe de forma ativa. Dentre as metodologias ativas, está o body painting que consiste em uma técnica de pintura corporal que pode ser usada como ferramenta dentro do aprender e apreender de uma nova temática ou para o resgate de conhecimentos prévios. Ela consiste em desenhar e/ou pintar no corpo, ossos, fáscias, músculos, ligamentos, dentre outras estruturas. Assim, viabilizando a vivência prática do discente e associando a isso a análise cinesiológica, foi elaborada uma atividade prática que possibilitasse o resgate dos principais músculos da cintura escapular e ombro e a função de cada um deles a partir de um movimento funcional. DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA: Primeiramente foi realizada uma aula expositiva dialogada da cinesiologia da cintura escapular e ombro com resgate da anatomia muscular e articular. Foi solicitado que na aula seguinte os discentes viessem com vestimentas adequadas e trouxessem tinta guache, pincel e lápis para desenho. No momento da prática foi permitido o uso do smarthphone para dúvidas em relação á localização dos músculos e sentido das fibras musculares. O dimidio direito foi usado para pintar os músculos superficiais e o esquerdo para os profundos, a fim contemplar todos. Após a pintura, foram realizados movimento funcionais envolvendo a cintura escapular e o ombro, a fim de associar o músculo ao moviment. IMPACTOS: Construção do conhecimento baseado nos quatro pilares da educação, a partir do desenvolvimento de habilidades cognitivas e socioemocionais, pelo estímulo á busca do conhecimento prévio, do aprender a fazer e da interação com o grupo. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Essa atividade trouxe aos discentes a abertura para novas experiências, permitindo o resgate de conhecimentos prévios e uma maior proximidade com as estruturas que compõem o movimento humano, objeto de estudo da fisioterapia.

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A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.