CONTROLE SOCIAL NA FORMAÇÃO DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA

Vanessa Lôbo de Carvalho, Ana Raquel Mourão Carvalho, Ana Larissa Costa de Oliveira, Augusto César Alves de Oliveira

Resumo


INTRODUÇÃO: O controle social ou participação social é uma diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS) e só foi garantida com muita luta popular por meio da Lei 8142/90. Essa diretriz permite a Gestão Participativa é uma estratégia transversal, presente nos processos cotidianos de gestão possibilitando a participação popular e o controle social nos processos de gestão do SUS. DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA: A temática foi abordada em aula teórica sobre o controle social e o papel do fisioterapeuta e em visita técnica a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Maceió no departamento de conselho de saúde na disciplina de Saúde Sociedade IV da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas. A metodologia utilizada durante a aula teórica foi aula expositiva dialogada e na visita técnica a SMS foi realizada uma roda de conversa. IMPACTOS: Percebeu-se pelas falas dos discentes na aula teórica que não havia um empoderamento sobre o controle social, além de um desconhecimento da temática e sobre o papel do profissional da saúde no controle social. Os alunos após a experiência relataram surpresa por meio das falas sobre o papel do profissional da saúde no conselho de saúde no papel de conselheiro e no papel de fortalecedor do controle social. Os discentes relataram que por meio da aula teórica somada a visita técnica se pode perceber uma oportunidade de mudança na atuação profissional e do compromisso que esses devem assumir para fortalecer dessa diretriz do SUS. Os conselheiros de saúde relataram que muitas unidades básicas de saúde não possuem conselho gestor o que atrapalha o controle social fato que instigaram os discentes a tentarem fazer um futuro diferente quando assumirem sua atividade profissional. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O controle social deve ser mais discutido e fortalecido durante a formação do fisioterapeuta para que ele possa agir como um compromisso profissional e de cidadania com a população, pois se o próprio profissional da saúde não se conhecer da temática não haverá como ele facilitar o empoderamento dos demais.

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A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.