MÉTODO DO ARCO COMO FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA PERCEPÇÃO DE ACADÊMICOS DA FISIOTERAPIA

Miriam Beatrís Reckziegel, Éboni Marília Reuter, Márcia Guimarães Franceschi, Tania Cristina Malezan Fleig, Waldomiro Carlos Manfroi, Carmen Lucia Bezerra Machado, Elza Daniel de Mello

Resumo


Objetivo: identificar a percepção de acadêmicos sobre o raciocínio de problematização proposto pelo Método do Arco de Maguerez (AM). Método: Estudo transversal, realizado com 27 acadêmicos matriculados no estágio supervisionado em Fisioterapia na Saúde Coletiva da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), no primeiro semestre de 2017. Foi aplicado questionário com perguntas estruturadas e respostas objetivas, acerca da atividade em campo que envolve o AM, agrupados nas categorias: (I) percepção das técnicas de aplicação do método; (II) papel do método na formação profissional; e (III) relação professor/aluno no processo ensino-aprendizagem. Resultados: Na categoria I, consideram que o método estimula a formação de juízo crítico, encorajando o aprendizado autônomo e auto-reflexivo, bem como a reorientação de erros. Na categoria II referiram favorecer a articulação entre teoria e prática, permitindo contato constante e progressivo com a realidade profissional, fornecendo um modelo de aprendizado para o contínuo desenvolvimento na profissão. Na categoria III, revelam que o método permite a interação entre professor/aluno e consequentemente o processo ensino-aprendizagem, possibilitando diálogo para o desenvolvimento de competências. Ainda, consideram que há conflito entre tal método e abordagens tradicionais. Conclusão: Os estagiários reconhecem que o AM promove protagonismo no processo ensino-aprendizagem, estimulando a reflexão das práticas assistenciais e alinhado a realidade profissional.


Palavras-chave


Instituições acadêmicas. Fisioterapia. Aprendizagem.

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DOI: https://doi.org/10.18310/2358-8306.v5n10.p19

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A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.