EXPERIENCIA DE UMA ESTUDANTE INGRESSANTE COM A AVALIAÇÃO COGNITIVA: TESTE DO PROGRESSO.

Leticia Monclaro Mouteira, Andréa Serra Graniço, Vinicius Baltar de Araújo, Jhonatas Dutra Silva, Carolina Fonseca Araújo, Kenia Toledo Nolasco Cabral

Resumo


Introdução: O Teste de Progresso - TP, projeto institucional incorporado ao calendário letivo e aplicado anualmente, tem por finalidade avaliar o desempenho cognitivo dos estudantes durante o curso permitindo ao discente acompanhar a evolução do seu desempenho ao longo da graduação, identificando suas potencialidades e fragilidades acerca das áreas de atuação, colaborando para que o acadêmico busque melhorias, para a sua formação Minha experiência com o TP inicia em 2017, terei a oportunidade de realizar mais 03 testes até minha colação de grau. Segundo a coordenação do curso a experiência com o TP na fisioterapia começou em 2008. O teste é composto por 60 questões de múltipla escolha, sendo 10 referentes aos Conhecimentos Gerais e 50 de Conhecimentos Específicos em Fisioterapia. Os conteúdos específicos estão em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). Após a realização, é disponibilizado um gabarito oficial contendo as respostas corretas, a categoria, nível de dificuldade e um breve comentário justificando-o com referências bibliográficas. Além disso, é produzido um relatório oficial, individual, contendo uma análise detalhada, com gráficos e tabelas, incluindo: média final no conhecimento específico do curso e conhecimento gerais; comparativo de sua média atual com a média anterior para verificar seu desempenho; análise da categoria e do grau de dificuldade das questões; índice de dificuldade; e o gabarito processado, indicando e destacando as respostas corretas. Descrição: No ano de 2017, 124 alunos foram avaliados, 86,7% de adesão, que demonstra como os alunos valorizam esta metodologia. No relatório consta que ao verificar com os estudantes o grau de dificuldade do teste os mesmos responderam: 70% dos alunos consideraram o teste fácil, 30% normal e 25% difícil.O meu rendimento estava dentro do esperado para um discente que está iniciando o curso e visando adquirir conhecimento, ou seja, possuindo maior número de acertos em conhecimento geral (90%) do que específico (26%). Ao comparar com a média geral do curso percebo que apresentei 32,3% a mais de acertos em componentes específico e 20,1% de acertos abaixo da média geral do curso nos componentes específicos, conhecimento este que preciso aumentar o número de acerto conforme eu for aprimorando os meus conhecimentos acerca da formação profissional. Acertei dentro das grandes áreas 40 % das questões de pediatria, 40 % das questões de traumato ortopedia, 30% de neurologia e 10% de acertos em cardiorrespiratória e 10% de uroginecológica. Impactos: O Teste é um excelente indicador para que os alunos vejam seus pontos fortes e fraquezas, podendo assim calibrar seus estudos. Fora isso como não é obrigatória a participação do aluno, logo sua presença demonstra interesse com a própria formação, sendo mais ativo no processo de aprendizagem. Além de estimulá-lo a se superar, criando uma auto competição" saudável, pois, o estudante percebe a necessidade de buscar cada vez mais conhecimento para uma melhor formação." Considerações: O teste pode ser considerado uma avaliação abrangente, que permite evidenciar o conhecimento cognitivo construído no decorrer do curso e a capacidade de reflexão, resolução de problemas e tomada de decisão, e, sobretudo uma avaliação progressiva de acompanhamento do autodesenvolvimento.

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A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.