AVALIAÇÃO PAROPODOMETRICA EM POSTUROLOGIA: MAIS UMA FERRAMENTA PARA OS FISIOTERAPEUTAS

Odirley Rigoti, José Roberto Gonçalves de Abreu, Marcus Vinnycius de Jesus, Juliana Maria Cassani, Juliana dos Santos Romanha Guzzo, Zenedir da Conceição do Nascimento, Eliane Cosme Prado, Michellyde Souza Henrique

Resumo


Introdução: Este trabalho relata a experiência vivenciada em aula pratica no primeiro período do Curso de Fisioterapia da Faculdade Vale do Cricaré, cidade de São Mateus- ES na disciplina de História e Fundamentos da Fisioterapia, realizada no dia 27 de junho de 2018 no laboratório de recursos terapêuticos. Além de passar toda a matéria do currículo para os alunos, também é papel da faculdade instiga-los, provocá-los e orientá-los rumo a capacidade de pensar criativa, original e criticamente. Segundo Demo(2011, p.41) é função do professor conduzir essa aprendizagem significativa, orientando o aluno permanentemente para expressar-se de maneira fundamentada, exercitar o questionamento e formulação própria, reconstruir autores e teorias e cotidianizar a pesquisa. Descrição: A disciplina proponente foi História e Fundamentos da Fisioterapia, e buscou-se trazer uma visão ampliada na formação e também sobre as possíveis áreas de atuação do Fisioterapeuta. Para entender quais os procedimentos cabíveis a esse tipo de avaliação, denominada posturologia, é necessário desenvolver conceitos que a façam compreensível. Ela configura como um método de avaliação global do corpo que tem como objetivo evitar desequilíbrios crônicos ocasionados pelos desajustes posturais. Para HORAK, 1997 o controle postural e a habilidade de manter o equilíbrio na posição ortostática dependem da combinação do sistema sensorial e da biomecânica do sistema músculo - esquelético. A baropodometria é o estudo da pisada e, por consequência, da postura. Estudos tem certificado este método de diagnóstico para complementar as observações clínicas, e proporcionar ao paciente análise mais compreensível e precisa. Foi realizada a avaliação de um dos alunos, os quais ficaram encantados e surpresos com a metodologia da avaliação, o equipamento, as alterações posturais e as possíveis técnicas corretivas. Impactos: Os impactos podem ser mensurados sob o ponto de vista acadêmico, com as possibilidades de aprendizagem de novas tecnologias no auxílio de uma avaliação mais rica qualitativa e quantitativamente. E mostrar novas formas de atuação do fisioterapeuta. Além de possibilitar discussões sobre os conteúdos curriculares. Considerações: A aula pratica permitiu mostrar aos alunos, mais que um equipamento ou nova técnica avaliativa. Serviu também para mostrar que nossa profissão continua em constate evolução e que sempre deverão se aprimorar, buscando conhecimento e inovação.

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A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.