TRABALHO E SAÚDE: EXIGÊNCIAS DA ATIVIDADE DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR

Autores

  • Cryslaine Vanessa Coutinho dos Reis Universidade Federal do Paraná
  • Arlete Ana Motter Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.18310/2358-8306.v6n12.a6

Palavras-chave:

Trabalho. Professores. Universidade. Saúde.

Resumo

Introdução: O trabalho na docência, considerado uma das mais antigas profissões, exige a execução de diversas atividades que não envolvem apenas ensino, pesquisa e extensão, assim abrangendo os aspectos físicos, psíquicos e cognitivos que influenciam no processo saúde-doença. Objetivo: Analisar as exigências físicas, mentais e os riscos psicossociais presentes na atividade docente em uma universidade pública no Brasil. Métodos: A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Setor de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Paraná sob número: 1.175.594. Fizeram parte do estudo 66 participantes, sendo 33,33% da população masculina e 66,67% feminina. Utilizaram-se na primeira etapa o instrumento Questionário Saúde e Trabalho em Atividades de Serviço QSATS (2015) adaptado pela equipe. Na segunda etapa, uma entrevista semiestruturada com questões relacionados aos aspectos psicossociais do trabalho. Resultados: A amostra foi constituída por 66 docentes, sendo 33,33% da população masculina e 66,67% feminina. A média de idade foi de 42,5±9,20 anos. Em relação ao tempo de atuação na instituição a média foi de 9,54±8,91anos. Os resultados demonstraram que os docentes estão constantemente vulneráveis aos constrangimentos e ao adoecimento no que se refere à sobrecarga, infraestrutura, relacionamento interpessoal e desvalorização profissional. Conclusão: Sobretudo, há uma realização pessoal e satisfação pelo amor ao exercício docente, tornando está uma relação dialética entre o prazer e o sofrimento.

Biografia do Autor

Cryslaine Vanessa Coutinho dos Reis, Universidade Federal do Paraná

Fisioterapia

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Publicado

15-06-2020