CAMINHADA DO PRIVILÉGIO: PERCEPÇÃO DA DESIGUALDADE SOCIAL ENTRE ESTUDANTES DE FISIOTERAPIA

Heytor de Queiroz Alves, Kerollane Pereira de Araújo Dias, Luís Aureliano Imbiriba, Valdilene Lima de Almeida, Mauren Lopes de Carvalho, Adriana Ribeiro de Macedo

Resumo


Contextualização: estudantes da área da saúde frequentemente associam doenças a fatores biológico e comportamentais e minimizam o peso das questões sociais envolvidas. Este trabalho observa os efeitos da Caminhada do Privilégio na sensibilização dos estudantes quanto à influência de fatores sociais em suas trajetórias de vida. Descrição da experiência: vinte estudantes de fisioterapia iniciaram lado a lado e caminharam, para frente ou para trás, a partir de sentenças sobre suas trajetórias. Resultados e impactos: as mudanças na percepção das causas das desigualdades e o impacto emocional da atividade foram avaliados. A maioria denominou a atividade de Caminhada da Desigualdade e a considerou positiva, apesar de ter gerado emoções negativas, importante ativação emocional e pouco domínio emocional durante sua execução. A atividade evidenciou questões estruturais relacionadas com a desigualdade social e resultou no debate de questões sociais com empatia. Considerações finais: a Caminhada do Privilégio se mostrou uma estratégia pedagógica efetiva no debate de questões sociais relacionadas com a saúde.

Palavras-chave


Determinantes Sociais da Saúde; Fisioterapia; Desigualdade Social.

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DOI: https://doi.org/10.18310/2358-8306.v8n17.a9

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A revista Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia foi avaliada como B2 na área de Ensino, B3 na área de Serviço Social, B4 nas áreas de Saúde Coletiva, Interdisciplinar, Enfermagem e Educação Física e B5 na área de Medicina II e Arquitetura, Urbanismo e Design no QUALIS/CAPES - Quadriênio 2013-2016.