Migração e Saúde em um perspectiva epistemologica reflexões para os trabalhadores da área da saúde

Ardigò Martino, Giovanna Carla Costa Rangel

Resumo


A análise da “saúde” dos “migrantes” representa um desafio teórico extremamente estimulante e uma oportunidade de inovação para as disciplinas que se dedicam ao tema. Em primeiro lugar, saúde e migração constituem duas esferas do saber que não podem ser analisadas através de uma abordagem monodisciplinar. De fato, elas evocam universos epistemológicos particularmente inter-relacionados  aos contextos sociais, culturais, políticos, econômicos, geográficos, às trajetórias de vida dos indivíduos e aos fatores biológicos, de difícil resolução dentro do campo de uma única disciplina e com apenas uma caixa de ferramentas e metodologias mono;disciplinares. Por outro lado, representam dois campos de produção de práticas, normas e símbolos em contínua evolução, que se relacionam e interferem com o espaço social, seja a nível local ou global e que não podem ser tratados por uma abordagem “neutra”. Em outras palavras a produção de saberes no campo da saúde e ainda mais nos tempos contemporâneos, no campo da migração, são por si um fato político.


Palavras-chave


Saúde dos migrantes, ciencias socias em saúde

Texto completo:

PORTUGUÊS


DOI: https://doi.org/10.18310/2446-4813.2019v5n1p%25p

DOI (PORTUGUÊS): https://doi.org/10.18310/2446-48132019v5n2.2271g386

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A revista Saúde em Redes foi classificada pelo Sistema Qualis-Periódico da CAPES no Quadriênio 2014/2016, período de sua criação, no estrato B1 na área de Ensino, no estrato B4 nas áreas de Enfermagem, Interdisciplinar, Psicologia, Saúde Coletiva e Serviço Social e no estrato B5 nas áreas de Geociências e Medicina II. Novidade 2019: a Saúde em Redes foi aprovada para indexação na Base LILACS.

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