Protocol for insertion of copper IUD in Primary Health Care: expanding and strengthening access to women's sexual and reproductive rights
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4875Keywords:
Intrauterine Devices, Copper, Primary Health Care, Health Equity, Reproductive RightsAbstract
This experience report describes the implementation of a protocol for insertion of the Copper Intrauterine Device by primary health care physicians in the city of Governador Valadares, aiming to expand access to women's sexual and reproductive rights. The development of the proposal was based on the collaborative construction of a municipal protocol, peer validation, practical training with gynecologists, and distribution of supplies in basic health units. The experience was successful, with support from management and the adherence of professionals, however there were challenges such as cultural and structural resistance. The results demonstrated that the decentralization of IUD insertion in primary health care expanded access, strengthened resolution and bonds with users, and favored family planning in conjunction with national women's health policies. It is concluded that the implementation of the protocol in Primary Health Care is feasible, replicable in other municipalities and contributes to health equity, female autonomy and the reduction of unplanned pregnancies, reinforcing the strategic role of PHC in guaranteeing reproductive rights.
References
1. World Health Organization (WHO). Contraception and reproductive health. Geneva: WHO; 2022. Disponível em: https://www.who.int/health-topics/contraception.
2. Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: princípios e diretrizes. Brasília: Ministério da Saúde; 2013.
3. Brasil. Secretaria de Políticas para as Mulheres. Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres; 2008.
4. World Health Organization (WHO). Family planning: a global handbook for providers. Geneva: WHO; 2014.
5. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 95, de 26 de janeiro de 2001. Norma Operacional da Assistência à Saúde / SUS (NOAS-SUS 01/2001). Diário Oficial da União. 2001; Seção 1:28. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2001/prt0095_26_01_2001.html.
6. Cabral CGT, Floss M, Desconsi E. DIU no morro: vivência do acesso aos direitos reprodutivos em Florianópolis, Santa Catarina. Rev Bras Med Fam Com. 2024;19(46):4149. doi:10.5712/rbmfc19(46)4149.
7. Ricciotti HA, Dodge LE, Ramirez CI, Barnes K, Hacker MR. Long-acting reversible contraceptive use in urban women from a Title X-supported Boston community health center. J Prim Care Community Health. 2014;5(4):271-6. doi:10.1177/2150131914546994.
8. de Mendonça MOL, Faria Neto E, Correia IB, da Silva RCF. Acesso ampliado ao dispositivo intrauterino: impacto de um processo de trabalho promotor da autonomia na anticoncepção. Rev Bras Med Fam Com. 2024 [citado 17 maio 2025];19(46):3975. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/3975.
9. IBGE. Governador Valadares - MG [Internet]. 2024 [citado 1 jul. 2024]. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/mg/governador valadares.html.
10. Prefeitura Municipal de Governador Valadares (PMGV). Portal da Saúde. Governador Valadares; 2025. Disponível em: https://portalzinho.valadares.mg.gov.br/#
11. Joinville. Protocolo para a Inserção do Dispositivo Intrauterino (DIU). Joinville, SC: Prefeitura de Joinville, Secretaria da Saúde; 2024.
12. Distrito Federal. Protocolo de Queixas Ginecológicas e Planejamento Reprodutivo com Inserção de Dispositivo Intrauterino (DIU) na APS. Brasília, DF: Secretaria de Saúde do Distrito Federal; 2023.
13. Rio de Janeiro. Atenção Primária: inserção e remoção do Dispositivo Intrauterino (DIU). Rio de Janeiro, RJ: Subsecretaria de Atenção Primária, Vigilância e Promoção da Saúde; 2022.
14. Gomide M, et al. Fortalezas, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças (Matriz FOFA) de uma Comunidade Ribeirinha Sul-Amazônica na perspectiva da Análise de Redes Sociais: aportes para a Atenção Básica à Saúde. Cad Saude Colet. 2015;23(3):222-30.
15. Barbosa S, Lana F, Barroso T. Inovação tecnológica na perspectiva da promoção da saúde e da atenção primária à saúde. Rev Enferm Ref. 2022;SerVI(1):e22ED4-2.
16. Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC). Currículo Baseado em Competências. 2014. Disponível em: https://www.sbmfc.org.br/wpcontent/uploads/media/Curriculo%20Baseado%20em%20Competencias(1).pdf.
17. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Política Nacional de Atenção Básica. Diário Oficial da União, Brasília, DF; 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html.
18. de Oliveira LS, Hermida PMV, Siqueira EF, de Arma JCBS, Thomas LS, Dalmolin IS. Evidence of intrauterine device insertion by nurses in Primary Health Care: an integrative review. Rev Bras Enferm. 2024;77(1):e20230134. doi:10.1590/0034-7167-2023-0134.
19. Faria ME, Passini FM, Zampar B, dos Santos MM. Dispositivo intrauterino de cobre na Atenção Primária à Saúde: matriciamento e capacitação de médicos em Londrina (PR). Rev Bras Med Fam Com [Internet]. 2024 [citado 17 maio 2025];19(46):4236. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/4236.
20. Figueiredo YMD, Malta DC, Rezende EM. Análise da mortalidade materna no município de Governador Valadares, 2002-2004. REME. 2010 [citado 9 maio 2025];14(3):376-85. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50445.
21. Lopes F. Experiências desiguais ao nascer, viver, adoecer e morrer: tópicos em saúde da população negra no Brasil. Em: Batista LE, Kalckmann S, editores. Seminário Saúde da População Negra Estado de São Paulo 2004. São Paulo: Instituto de Saúde; 2005. p. 53-101.
22. Kaitz M, Mankuta D, Mankuta L. Long-acting reversible contraception: a route to reproductive justice or injustice. Infant Ment Health J. 2019;40(5):673-89. doi:10.1002/imhj.21801.
23. Darney BG, Saw LJ, Angley M, Malone KJ, Ralston K, et al. Long-acting reversible contraception use and unintended pregnancy among women seeking contraceptive services in public health clinics. Am J Obstet Gynecol. 2019;221(6):595.e1-8. doi:10.1016/j.ajog.2019.06.023.
24. Costa A, Pedro R, Magalhães S. Medicina Geral e Familiar em Portugal. Rev Bras Med Fam Com. 2014;9(32):295-9.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Guilherme Rhis, Lélia Cápua Nunes, Simone de Pinho Barbosa

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os direitos autorais para artigos publicados neste periódico são do autor, com os direitos de publicação para o periódico. Este periódico é de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, desde que citada a fonte (por favor, veja a Licença Creative Commons no link a seguir https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR).