Experience of Home-Based Medical Care in the Family Health Strategy
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4880Keywords:
Primary Health Care, Home Care Services, National Health StrategiesAbstract
Objectives: To contextualize the Final Technical Report originating from the PROFSAÚDE Master's Thesis, which describes medical actions and competencies in Home Care within the Family Health Strategy, based on self-reports from professionals in a medium-sized municipality; investigating the capacity and comprehensiveness of care in Primary Health Care. Brief description of the experience: The 17 attributes from the Home Care section of the Competency-Based Curriculum of the Brazilian Society of Family and Community Medicine were used, evaluating the presence of "actions" and "competencies" through a Likert-type scale. It was observed that physicians practice and feel quite competent in the "prerequisite" and "essential" attributes, less so in the "desirable" attributes, and minimally in the "advanced" attributes. Conclusions: the "actions" and "competencies" in Home Care of physicians in the Family Health Strategy moderately met expectations for the Primary Health Care level, but did not encompass other competencies that are more specific to Home Care Services. A better definition of the medical competencies required for Home Care in Primary Care is needed to guide professional training; and Home Care Services should be expanded in a complementary way to offer comprehensive care at home.
References
1. Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União 183, de 22 set. Brasília, 2017 [citado 13 maio 2025]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
2. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria MS/GM nº 3.005, de 02 de janeiro de 2024. Altera as Portarias de Consolidação nºs 5 e 6, de 28 de setembro de 2017, para atualizar as regras do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) e do Programa Melhor em Casa (PMeC). Diário Oficial da União Ed. 4 Seção 1, de 05 jan. Brasília, 2024 [citado 13 mai. 2025]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2024/prt3005_05_01_2024.html
3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Especializada à Saúde. Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência. Atenção Domiciliar na Atenção Primária à Saúde [recurso eletrônico] – Brasília, 2020 [acesso 13 maio 2025]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_domiciliar_primaria_saude.pdf
4. Silva KL, Sena RR, Seixas CT, Camargo L, Feuerwerker LCM, Merhy EE. Atenção domiciliar como mudança do modelo tecnoassistencial. Rev Saude Publica. 2010;44(1):166-76. doi:10.1590/S0034-89102010000100018.
5. Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. Currículo Baseado em Competências para Medicina de Família e Comunidade. 2015 [acesso 01 jun. 2025]. Disponível em: http://www.sbmfc.org.br/media/Curriculo%20Baseado%20em%20Competencias(1).pdf
6. Dengo NP. Ensinar a cuidar no domicílio: Matriz de competências para a aprendizagem da Atenção Domiciliar na graduação médica [dissertação]. Porto Alegre: Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre; 2023.
7. Mui E, Pham TT, McMurren CE. Family medicine training in housecalls: Survey of residency program directors across Canada. Can Fam Physician. 2018 Nov;64(11):e498-506. [acesso 18 set. 2025]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6234929/
8. Savassi LCM, Melo CGL, Gonçalves DA, Oliveira DOPS, Lopes HR, Fregonezi RLH, et al. Proposta de residência em Atenção Domiciliar como área de atuação. Rev Bras Med Fam Comunidade. 2018;13(40):1-13. doi:10.5712/rbmfc13(40)1599.
9. Scheffer M, et al. Demografia Médica no Brasil 2023. São Paulo, SP: FMUSP, AMB, 2023. 344 p. ISBN: 978-65-00-60986-8 [acesso 01 jun. 2025]. Disponível em: https://amb.org.br/wp-content/uploads/2023/02/DemografiaMedica2023_8fev-1.pdf
10. Schmidt MI, Duncan BB, Azevedo e Silva G, Menezes AM, Monteiro CA, Barreto SM, et al. Chronic non-communicable diseases in Brazil: burden and current challenges. Lancet. 2011;377(9781):1949-61. doi:10.1016/S0140-6736(11)60135-9.
11. da Cunha ATR, Caramori U, Brito L de AR, Pacheco RA, Pisco CR, Freitas FL, et al. EPAs Nacionais em Medicina de Família e Comunidade: Marco Zero. Rio de Janeiro, RJ; 2025 [acesso 01 jun. 2025]. Disponível em https://sbmfc.org.br/wp-content/uploads/2025/06/EPAs-Nacionais-em-Medicina-de-Familia-e-Comunidade-Marco-Zero-SBMFC-2025.pdf
12. Brasil. Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Domiciliar, volume 2. Brasília, 2013 [acesso 01 jun. 2025]. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/cad_vol2.pdf
13. Savassi LCM. Os atuais desafios da Atenção Domiciliar na Atenção Primária à Saúde: uma análise na perspectiva do Sistema Único de Saúde. Rev Bras Med Fam Comunidade [Internet]. 2016 [acesso 29 jan. 2025];11(38):1-12. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1259
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Camillo de Alcântara César, Leonardo Cançado Monteiro Savassi

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os direitos autorais para artigos publicados neste periódico são do autor, com os direitos de publicação para o periódico. Este periódico é de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, desde que citada a fonte (por favor, veja a Licença Creative Commons no link a seguir https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR).