Health as a basic right: from the implementation to the permanence of Health Promotion Agents in the Prison System

Authors

DOI:

https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n1.5110

Keywords:

Health Promotion Agent, Incarcerated Person, Prison System, Human Rights and Health

Abstract

In the context of the prison system, actions are promoted to ensure healthcare assistance, including the work of Health Promotion Agents (HPAs), who are responsible for analyzing the needs and priorities for care of Persons Deprived of Liberty (PPL). Despite the constitutional guarantee, the realization of these rights is not yet observed. Due to the scarcity of studies on HPAs, this article aims to map their presence and discuss the process of implementation, selection, and recognition of HPAs in the prison system. The research combined quantitative and qualitative methods. The national survey used the following tools: Google Forms® questionnaire, official letters, and the Access to Information Law sent to State Prison Administrations. The qualitative stage consisted of interviews with 24 HPAs from Mato Grosso, conducted between January and April 2023. The mapping identified that 10 states have active HPAs, totaling 382 HPAs implemented throughout the country. Selection criteria vary by unit and include: good conduct/behavior (most frequent), recommendation from management/staff/peers/religious leaders, education, and a selective test. Acting as a Community Health Agent (AgPS) provides sentence reduction in most states. AgPS report a strong sense of usefulness and satisfaction in helping peers, acquiring knowledge, and transforming the environment. The presence of AgPS is a positive strategy for access to and quality of healthcare. Overcoming resistance is important for the consolidation and appreciation of the role, reinforcing that the AgPS is a strategic component of the multidisciplinary team, contributing to the resocialization and dignity of incarcerated individuals.

Author Biographies

  • Weslen Santana Padilha, Escola Nacional de Saúde Pública - Fundação Oswaldo Cruz

    Doutor em Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) - Rio de Janeiro; Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Mato Grosso Bacharelado de Enfermagem pela Universidade Federal de Mato Grosso; Bacharelado em Biomedicina pela Faculdade de Cuiabá. Linhas de pesquisas de interesse: Saúde Pública; Saúde do Trabalhador; Direitos Humanos e Saúde; Saúde nas prisões; Doenças emergentes no Sistema Prisional; História Natural da Doença; Determinação dos Processos Saúde - Doença; Doenças Transmissíveis; Doenças/Infecções Sexualmente Transmissíveis; Saúde de Grupos Vulneráveis; Educação Permanente em Saúde e Formação em Saúde.

  • Luiz Carlos Fadel de Vasconcellos, Escola Nacional de Saúde Pública - Fundação Oswaldo Cruz

    Doutor e Mestre em Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) - Rio de Janeiro; Bacharel em Medicina pela Escola de Medicina e Cirurgia. Tem experiência centrada na área de Saúde Pública, com ênfase em Saúde do Trabalhador, Políticas de Saúde e Direitos Humanos. Atua em pesquisa e ensino principalmente nos temas: política de saúde, trabalho, cuidados paliativos, desenvolvimento sustentável, organização de serviços, fiscalização de ambientes de trabalho, vigilância em saúde e direitos humanos.

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Published

2026-04-17

Issue

Section

Artigos Originais

How to Cite

Santana Padilha, W., & Fadel de Vasconcellos, L. C. (2026). Health as a basic right: from the implementation to the permanence of Health Promotion Agents in the Prison System. Saúde Em Redes, 12(1), 5110. https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n1.5110