Descrição do processo de alta hospitalar após Acidente Vascular Cerebral e avaliação das barreiras para o tratamento fisioterapêutico após a alta

Autores/as

  • Mariana Nunes Lúcio Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência em Cuidados Intensivos do Hospital Regional Doutor Homero de Miranda Gomes https://orcid.org/0000-0002-5415-3147
  • Gizelly Nunes Juncks Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência em Cuidados Intensivos do Hospital Regional Doutor Homero de Miranda Gomes https://orcid.org/0000-0001-5796-4992
  • Alini Hammes Teixeira Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência em Cuidados Intensivos do Hospital Regional Doutor Homero de Miranda Gomes https://orcid.org/0009-0000-9235-4612

DOI:

https://doi.org/10.18310/2446-4813.2025v11n1.4291

Palabras clave:

Acidente Vascular Cerebral, Fisioterapia, Reabilitação, Serviços de Saúde

Resumen

Este estudo teve como objetivo descrever o processo de alta hospitalar no que se refere ao acompanhamento fisioterapêutico de pacientes diagnosticados com acidente vascular cerebral em um hospital, além de identificar eventuais barreiras para o tratamento fisioterapêutico após a alta. Foram avaliados pacientes pós acidente vascular cerebral e fisioterapeutas das enfermarias do hospital. Para avaliar os pacientes utilizou-se uma ficha de avaliação, a Escala de Rankin Modificada e Mini Exame do Estado Mental. Uma semana após a alta, os pacientes ou responsáveis foram entrevistados por telefone para abordar aspectos relacionados a alta. Trinta dias após a alta, uma nova entrevista foi realizada para identificar barreiras ao acompanhamento fisioterapêutico, além da reaplicação da Escala de Rankin Modificada. Os fisioterapeutas responderam a um formulário com questões sobre o processo de alta dos pacientes. A análise das respostas foi conduzida por meio da técnica do Discurso do Sujeito Coletivo. Participaram do estudo 14 pacientes e 7 fisioterapeutas. A análise revelou como ideias centrais as orientações recebidas no momento da alta hospitalar e experiências positivas e negativas relatadas pelos pacientes. Já os fisioterapeutas apontaram sugestões para aprimorar o processo de alta. Observou-se que, após 30 dias, 50% dos pacientes não conseguiram acesso à fisioterapia. Diante disso, destaca-se a importância do acompanhamento fisioterapêutico desde o período de internação, com um planejamento de alta que considere a integralidade e individualidade de cada paciente. Além disso, é fundamental fortalecer o acesso aos serviços de saúde no período pós-alta, garantindo a continuidade do cuidado e da reabilitação.

Biografía del autor/a

  • Mariana Nunes Lúcio, Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência em Cuidados Intensivos do Hospital Regional Doutor Homero de Miranda Gomes

    Fisioterapeuta; Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência em Cuidados Intensivos do Hospital Regional Doutor Homero de Miranda Gomes. São José, SC, Brasil.

  • Gizelly Nunes Juncks, Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência em Cuidados Intensivos do Hospital Regional Doutor Homero de Miranda Gomes

     

     

     

  • Alini Hammes Teixeira, Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência em Cuidados Intensivos do Hospital Regional Doutor Homero de Miranda Gomes

     

     

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Publicado

2025-03-30

Número

Sección

Artigos Originais

Cómo citar

Nunes Lúcio, M., Nunes Juncks, G. ., & Hammes Teixeira, A. . (2025). Descrição do processo de alta hospitalar após Acidente Vascular Cerebral e avaliação das barreiras para o tratamento fisioterapêutico após a alta. Saúde Em Redes, 11(1), 4291. https://doi.org/10.18310/2446-4813.2025v11n1.4291