Promoción y protección de la salud mental y del buen vivir amazónidas en Belém/PA: primeros pasos de una investigación viva en acto
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2024v10n3.4523Palabras clave:
Salud mental, Buen vivir, Promoción de la salud, Protección de la salud, AmazoniaResumen
El artículo trata de la estructuración y primeros resultados de una investigación-acción participativa sobre la promoción y protección de la salud mental y del buen vivir, em el ámbito de la atención primaria en salud y de la acción comunitaria dirigida a poblaciones ribereñas y urbanas en Belém de Pará, Amazonia. Se objetiva conocer, fortalecer y ampliar experiencias de cuidado en cuatro territorios de la ciudad: una comunidad ribereña, una comunidad ribereña urbana, un barrio periférico y la comunidad discente vulnerable de la Universidad Federal de Pará. Se trata de la producción conjunta con los actores sociales de prácticas de cuidado de conocimiento vivo en acto como dispositivo de protección y promoción de la salud mental y del buen vivir. Em estos primeros pasos de un camino tomado colectivamente con los actores sociales y sus territorios existenciales, profundizamos el conocimiento sobre los efectos del contexto actual sobre la vida de las personas, encontramos y fortalecemos experiencias grupales de cuidado articuladas a servicios de atención primaria y a la acción comunitaria, así como hemos construido colectivamente experiencias de cuidado a partir de la propia diversidad local.
Referencias
Guatarri F. As três ecologias. Campinas: Papiros; 1990.
Santos M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4. ed. São Paulo: EdUSP; 2004.
Belloc MM. Homem-sem-história: a narrativa como criação de cidadania. Porto Alegre: Rede Unida; 2021.
Alemán J. Capitalismo: crimen perfecto o emancipación. Barcelona: Ned Ediciones; 2019.
OMS. World mental health report: transforming mental health for all. Genebra: World Health Organization; 2022.
Arouca ASS. Conferência: democracia é saúde. In: Brasil. Ministério da Saúde. 8ª Conferência Nacional de Saúde, Anais. Brasília: Centro de Documentação do Ministério da Saúde; 1986. p.35-44.
Acosta A. O bem viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. São Paulo: Autonomia Literária; Elefante; 2016.
Lukács G. Historia y conciencia de clase. Havana: Editorial de Ciencias Sociales; 1970.
Krenak A. A vida é selvagem. Talahasse: Amazônia Latitude; 2022.
Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde: documento para discussão. Brasília: Ministério da Saúde; 2002.
OMS. Relatório Mundial de Saúde 2008: Atenção Primária em Saúde agora mais do que nunca. Lisboa: Ministério da Saúde de Portugal, Organização Mundial da Saúde; 2008.
Brasil. Ministério da Saúde. Plataforma E-Gestor AB. Disponível em: https://egestorab.saude.gov.br/index.xhtml. Acesso em: 22 abr. 2023.
OMS. Relatório Mundial da Saúde 2001. Saúde mental: nova concepção, nova esperança. Lisboa: Ministério da Saúde de Portugal, Organização Mundial da Saúde; 2002.
Salgado MA, Fortes SLCL. Indicadores de saúde mental na atenção primária à saúde: avaliando a qualidade do acesso através da capacidade de detecção de casos. Cad Saude Publica. 2021;37(9):e00178520. doi:10.1590/0102-311X00178520.
Cabral KV, Belloc MM, Oliveira PTR, Tupinambá LS. Prevenção e promoção da saúde mental na Atenção Básica no estado do Pará. In: Cunha, et al. (Orgs.). Análise da atenção primária à saúde no Estado do Pará. 1. ed. Porto Alegre, RS: Rede Unida; 2022. p.100-9.
Brasil. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica, n. 34. Brasília: Ministério da Saúde; 2013.
Belloc MM. Relatório de Supervisão Clínico-Institucional 2020-2021: Centros de Atenção Psicossocial, Unidade de Acolhimento Adulto e Experiências na Prevenção e Promoção da Saúde Mental. Secretaria Municipal de Saúde. Belém; 2021.
Brasil. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria Nº 3.088, de 23 de dezembro de 2011. Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Ministério da Saúde; 2011.
Ferro RO. Salud mental y poder. Un abordaje estratégico de las acciones en salud mental en la comunidad. Rev Salud Publica. 2010;14(2):47-62. doi:10.31052/1853.1180.v14.n2.7082.
Menéndez E. Sujeito, saberes e estruturas: uma introdução ao enfoque relacional no estudo da Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; 2009.
Menéndez E. Modelo médico hegemónico: tendencias posibles y tendencias más o menos imaginarias. Salud Colect. 2020;16:e2615. doi:10.18294/sc.2020.2615.
Martínez-Hernáez A. What's Behind the Symptom? On Psychiatric Observation and Anthropological Understanding. Londres: Routledge; 2000.
Correa-Urquiza M. Radio Nikosia: la rebelión de los saberes profanos. Madrid: Editorial Grupo 5; 2015.
Cabral KV. Artesãos da Saúde: saúde mental e participação social em Porto Alegre e em Barcelona. Porto Alegre: Rede Unida; 2021.
Cabral KV, Belloc MM. Política, subjetividade e saúde em tempos precários: linhas de resistência e reinvenção. In: Lemos FCS, et al. (Orgs.). Biopolítica e tanatopolítica: a agonística dos processos de subjetivação contemporâneos. Curitiba: CRV; 2019. p.367-84.
OMS. Mental Health and COVID-19: Early evidence of the pandemic’s impact. Genebra: World Health Organization; 2022.
OMS. Mental health and psychosocial considerations during COVID-19 outbreak. Genebra: World Health Organization; 2020.
Fiocruz. Núcleo de Métodos Analíticos para Vigilância em Saúde Pública do PROCC/Fiocruz e EMAp/FGV et al. Estimativa de risco de espalhamento da COVID-19 no Brasil e avaliação da vulnerabilidade socioeconômica nas microrregiões brasileiras. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2020.
Pará. Secretaria de Saúde Pública. Relatório Anual de Gestão 2022. Belém: SESPA; 2022.
Belém. Secretaria de Saúde. Relatório de Gestão: janeiro a dezembro de 2022. Belém: SESMA; 2022.
Bispo Jr JP, Santos DB. COVID-19 como sindemia: modelo teórico e fundamentos para a abordagem abrangente em saúde. Cad Saude Publica. 2021;37(10):e00119021. doi:10.1590/0102-311X00119021.
Franco MAS. Pedagogia da pesquisa-ação. Rev Educ Pesq. 2005;31(3):483-502. doi:10.1590/S1517-97022005000300011.
Tripp D. Pesquisa-ação: uma introdução metodológica. Rev Educ Pesq. 2005;31(3):443-66.
Merhy E. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. 4. ed. São Paulo: Hucitec; 2014.
Thiollent M. Metodologia da pesquisa-ação. 18. ed. São Paulo: Cortez; 2011.
Kemmis S, McTaggart R. Como planificar la investigación-acción. Barcelona: Laertes; 1988.
Testa M. Pensar em Salud. Buenos Aires: EDUNLa Cooperativa; 2020.
Belloc MM, Teixeira LB, Cabral KV. “Aê Curupira u tucá muirá sapupema, achihy u çacema”: proteção e promoção da saúde mental e do bem-viver às margens de um igarapé. In: Ferla AA, Cabral KV, Belloc MM, Nicoli MA. (Orgs.). Saúde mental coletiva: transoceanizando políticas e práticas locais-globais. Porto Alegre: Rede Unida; 2023. p.140-58.
Vasconcelos EM (Coord.). Manual de ajuda e suporte mútuos em mental: para facilitadores, trabalhadores e profissionais de saúde e saúde mental. Rio de Janeiro: UFRJ; Brasília: Ministério da Saúde; 2013.
Santos M. A urbanização brasileira. 3. ed. São Paulo: Hucitec; 1996.
Conselho Nacional de Saúde. Resolução 715, de 20 de julho de 2023. Dispõe sobre as orientações estratégicas para o Plano Plurianual e para o Plano Nacional de Saúde provenientes da 17ª Conferência Nacional de Saúde e sobre as prioridades para as ações e serviços públicos de saúde aprovadas pelo Conselho Nacional de Saúde. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes-cns/3092-resolucao-n-715-de-20-de-julho-de-2023
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Marcio Mariath Belloc, Károl Veiga Cabral, Carlos Eduardo Lima Leão de Araújo, Eliany Nazaré Rodrigues Rodrigues, Levy Araujo Dias Paes, Priscila Iara da Silva Louzada da Costa, Rafaella Pacheco Matos, Tamires Costa Mendes, Thays Vilhena Costa, Valéria da Silva de Sousa

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os direitos autorais para artigos publicados neste periódico são do autor, com os direitos de publicação para o periódico. Este periódico é de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, desde que citada a fonte (por favor, veja a Licença Creative Commons no link a seguir https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR).