Cambio en el estilo de vida de los usuarios de atención en salud posterior a la intervención coronaria percutánea
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n1.4827Palabras clave:
Estilo de vida, Angioplastia, Infarto de Miocardio, Atención Primaria de SaludResumen
Objetivo: analizar los cambios en el estilo de vida de los usuarios de servicios de salud tras una intervención coronaria percutánea a medio y largo plazo. Método: estudio cuantitativo y longitudinal, desarrollado en un Servicio de Hemodinámica y Cardiología Intervencionista de un Hospital del interior de Rio Grande do Sul en 2022. La recolección de datos se realizó en dos etapas metodológicas secuenciales, siendo la primera mediante la recolección de datos en historias clínicas físicas y la segunda mediante contacto telefónico con usuarios de salud. Resultados: la muestra de la primera etapa metodológica comprendió 260 historias clínicas relativas a los años 2018, 2019 y 2020. La edad promedio de los usuarios de salud fue de 66,74±10,53 años, conun rango de 34 años a 88 años, promedio de 62,74 años. La muestra para la segunda etapa estuvo constituida por 42 usuarios de salud que respondieron el cuestionario vía contacto telefónico, de los cuales 27 (64%) refirieron que cambiaron su vida después del procedimiento y 15 (36%) no cambiaron en nada. De los 27 usuarios de salud que reportaron cambios en su estilo de vida, sólo 8 (19%) incluyeron ejercicio físico regular, alimentación saludable y monitoreo de comorbilidades. Conclusiones: se evidenció que los cambios en el estilo de vida post ICP aún son desatendidos por los usuarios de salud, ya que la gran mayoría no realiza ejercicio físico regularmente y no cuenta con seguimiento multidisciplinario.
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