Atención a mujeres en situación de violencia: construcción de un protocolo intersectorial en el municipio de Capão Bonito, São Paulo, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4940Palabras clave:
Red Intersectorial, Violencia contra la mujer, Atención Integral de Salud, Servicios de SaludResumen
Este artículo tiene como objetivo presentar la construcción participativa de un protocolo intersectorial de atención y atención a mujeres en situación de violencia, involucrando a los sectores de salud, asistencia social y jurídica, además del apoyo comunitario. Muestra el proceso de construcción y activación de una red de servicios públicos para permitir la atención y asistencia integral a mujeres en situación de violencia en el municipio de Capão Bonito/SP. El método investigación - acción incluyó talleres, entrevistas y trabajos de conciliación y sistematización de propuestas de los trabajadores de la red y de la sociedad representada en los consejos. Las entrevistas con mujeres que sufrieron violencia también contribuyeron a la propuesta de red y protocolo. Se logró construir un diseño de red consensuado con las participantes, que se organizó en un protocolo de apoyo y asistencia a mujeres en situación de violencia, que contenía una definición de roles y formas de acción de los servicios y trabajadores. La red y el protocolo fueron difundidos a través de material educativo y eventos para toda la población. Se prevén cursos de capacitación a los trabajadores, con el fin de capacitarlos y mejorar la implementación del protocolo, con el fin de garantizar la calidad de los servicios, ampliando y calificando su capacidad de respuesta.
Referencias
1. Vieira EM, Hasse M. Percepções dos profissionais de uma rede intersetorial sobre o atendimento a mulheres em situação de violência. Interface (Botucatu) [Internet]. 2017 [acesso 20 maio 2025];21(60):52-62. doi:10.1590/1807-57622015.0357.
2. Brasil. Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. 2010 [acesso 20 maio 2025]. 52p. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/politicas-para-mulheres/arquivo/sobre/publicacoes/publicacoes/2010/PactoNacional_livro.pdf
3. Bueno S, Martins J, Lagreca A, Sobral I, Barros B, Brandão J. O crescimento de todas as formas de violência contra a mulher em 2022. Em: Fórum Brasileiro De Segurança Pública. 17º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, p. 136-45, 2023 [acesso 10 maio 2025]. Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/ uploads/2023/07/anuario-2023.pdf
4. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: Princípios e Diretrizes. 1ª ed. 2ª reimpr. Brasília: Editora do Ministério da Saúde; 2011.
5. Kind L, Orsini MLP, Nepomuceno V, Gonçalves L, Souza GA, Ferreira MFF. Subnotificação e (in)visibilidade da violência contra mulheres na atenção primária à saúde. Cad Saude Publica. 2013 [acesso 20 jan. 2017];29(9):1805-15 [Internet]. Disponível em: ttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2013000900020&lng=en. doi:10.1590/0102-311X00096312.
6. Tofani LF, Furtado LACF, Guimaães CF, Fe DGCF, Silbs GR, Bragagnolo LM, et al. Caos, organização e criatividade: revisão integrativa sobre as Redes de Atenção à Saúde. Temas Livres Cienc Saude Colet. 2021;26(10):4769-82.
7. Cordeiro GFT, Santos TM, Ferreira RGS, Guljor APF, Peters AA, Peres MAA. Protocolos para atendimento de saúde mental na atenção primaria: subsídios para a transformação da assistência. Cogitare Enferm. 2022;27:e82680.
8. Azevedo CS, Miranda LSMC, Grabois V, Matta G, Cunha M. Entre protocolos e sujeitos: qualidade do cuidado hospitalar em um serviço de hematologia. Cad Saude Publica. 2018;34(6):e00043817. doi:10.1590/0102-331X00043817.
9. Merhy EE. Saúde: a cartografia do trabalho vivo 2ª ed. São Paulo: Hucitec; 2005.
10. Thiollent M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez; 2008.
11. Sagot M. The Critical Path of women affected by family violence in Latin America. Violence Against Women. 2005;11(10):1292-318. doi:10.1177/1077801205280189;
12. Araújo MJO. Papel dos governos locais na implementação de políticas de saúde com perspectiva de gênero: o caso do Município de São Paulo. São Paulo; 1998.
13. Arboit J, Padoin SMM, Paula CC. Critical path of women in situation of violence: an integrative literature review. Rev Bras Enferm. 2019;72(Suppl 3):321-32. doi:10.1590/0034-7167-2018-0265.
14. Brasil. Ministério da Saúde. Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Brasília: Ministério da Saúde; 2024.
15. Machado DF, et al. Violência contra a mulher: o que acontece quando a Delegacia de Defesa da Mulher está fechada? Cienc Saude Colet. 2020;25(2):483-94.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Josiane de Almeida Queiroz, Claudia Fegadolli

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os direitos autorais para artigos publicados neste periódico são do autor, com os direitos de publicação para o periódico. Este periódico é de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, desde que citada a fonte (por favor, veja a Licença Creative Commons no link a seguir https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR).