Inclusión de la Atención Psicosocial en las Historias Clínicas Electrónicas en la Atención Primaria de Salud
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4949Palabras clave:
Salud mental, Red de atención psicosocial, Atención Primaria de Salud, Estrategia de Salud Familiar, Tecnologías de la InformaciónResumen
Objetivo: Fortalecer la articulación de la atención de salud mental entre la atención primaria y los equipos de atención psicosocial mediante una funcionalidad en la historia clínica electrónica. Método: Este estudio utilizó datos de la Encuesta PET-Saúde 2022/2023, que evaluó la percepción de los usuarios y sus familiares sobre sus experiencias en la Red de Atención Psicosocial (RAPS) en el municipio de Joinville. Para ello, se realizaron grupos focales con usuarios de Centros de Atención Psicosocial (CAPS) y una Unidad Básica de Salud (UBS), así como con sus familiares. Uno de los resultados encontrados fue que los usuarios no consideraban la UBS como un lugar para plantear quejas de salud mental, mientras que los profesionales de la UBS no podían identificar quiénes estaban siendo atendidos en los CAPS. Dada la necesidad de una mayor conexión entre los profesionales que trabajan en los distintos puntos de atención dentro de la Red de Atención Psicosocial (RAPS), se desarrolló una funcionalidad para el sistema de historia clínica electrónica. Esta funcionalidad identifica y crea una lista, por equipo de salud, de los usuarios atendidos en los CAPS (Centros de Atención Psicosocial), facilitando así su seguimiento por parte de los profesionales de la Unidad de Atención Primaria de Salud (UBS). Resultados: Se creó una funcionalidad en la historia clínica electrónica que permite identificar a las personas atendidas en la Red de Atención Psicosocial pertenecientes al área cubierta por los equipos de Atención Primaria. Esto posibilitó ampliar el seguimiento de la salud mental dentro de la Unidad Básica de Salud, promoviendo la continuidad asistencial y la integración entre los distintos puntos de la red asistencial. Conclusión: El principal potencial de esta iniciativa reside en la posibilidad de integrar datos ya disponibles en el sistema, pero actualmente fragmentados, fomentando el trabajo colaborativo y acercándolo al entorno de las personas.
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