Saúde Mental e População em Situação de Rua na Rede de Atenção Psicossocial
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n2.4690Palavras-chave:
Saúde Mental, População em Situação de Rua, CapitalismoResumo
O artigo tem o objetivo de analisar os fenômenos da saúde mental e da população em situação de rua, considerando o modo de produção capitalista. Este artigo é parte da pesquisa de mestrado e se constitui em um ensaio teórico que utilizou referenciais do materialismo histórico e análise documental de legislações das políticas de saúde mental e população em situação de rua no Brasil. Foram realizadas reflexões acerca das várias determinações dos dois fenômenos, assumindo-os como expressões da questão social. Como resultados e reflexões, é observado que a população em situação de rua encontra o fenômeno da loucura no lugar de não-ser nesta organização social desafiando a RAPS para que o cuidado em saúde seja em liberdade e não manicomial. Essa população aponta uma principal contradição entre a política de saúde e a sociedade, a de humanizar os não-humanos.
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