PERFIL EMPREENDEDOR DOS ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA DA UNIFAL-MG: ESTUDO OBSERVACIONAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18310/2358-8306.v13n23.a12

Palavras-chave:

Gestão de serviços de saúde, Empreendedorismo, Fisioterapia, Inovação, Educação em Saúde

Resumo

Introdução e Objetivo: O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) define o fisioterapeuta como profissional de saúde com formação superior, capacitado para diagnóstico e prescrição de condutas fisioterapêuticas. Após a graduação, os fisioterapeutas enfrentam desafios que exigem a aplicação prática de competências adquiridas, incluindo habilidades empreendedoras. Este estudo buscou identificar o perfil empreendedor dos acadêmicos do curso de Fisioterapia da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) e avaliar suas competências em gestão e empreendedorismo. Métodos: Estudo experimental observacional descritivo com acadêmicos dos 9º e 10º períodos do curso de Fisioterapia da UNIFAL-MG, entre fevereiro e abril de 2023. Foram avaliadas questões pessoais e a percepção dos conhecimentos em gestão, finanças, empreendedorismo e inovação, usando o questionário “Avaliação do Perfil Empreendedorem Meio Acadêmico”. Os dados foram analisados com estatísticas descritivas (média, mediana e desvio padrão) no IBM SPSS 29.0.1.0. Resultados: Participaram 41 acadêmicos, com idades entre 21 e 29 anos (média de 24,34 ± 1,65), majoritariamente do sexo feminino (75,6%). O perfil empreendedor foi classificado como “superior” (164,50 pontos). “Busca de Oportunidade e Visão” obteve a melhor pontuação (4,66 ± 1,07) e “Capacidade de Assumir Riscos Moderados” a menor (3,57 ± 0,78). Conclusão: A amostra apresentou perfil empreendedor “superior” ou “médio superior”. Apesar de a maioria não avaliar seu conhecimento como “bom” ou “muito bom”, todos reconhecem a importância das habilidades em gestão, inovação e empreendedorismo para a prática profissional. Este estudo sugere a necessidade de mais pesquisas nessa área, dada a relevância do tema abordado.

Biografia do Autor

  • Ingrid Campos, Universidade Federal de Alfenas

    Mestranda no Programa de Pós-graduação em Ciências da Reabilitação, Instituto de Ciências da Motricidade da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), Alfenas, Minas Gerais, Brasil. Pós-graduada em Gerontologia pela Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)

  • Elaine Nogueira, Universidade Federal de Alfenas

    Bacharel em Fisioterapia pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), Alfenas, Minas Gerais, Brasil

  • Anna Karoline Rocha, Universidade Estadual de Campinas

    Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Cirurgia, Escola de Medicina da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, São Paulo, Brasil. Mestre em Ciências da Reabilitação pela Universidade Federal de Alfenas - MG (UNIFAL-MG)

  • Laíza Viana, Universidade Federal de Alfenas

    Mestrando no Programa de Pós-graduação em Ciências da Reabilitação, Instituto de Ciências da Motricidade da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), Alfenas, Minas Gerais, Brasil

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Publicado

25-08-2026

Edição

Seção

Artigos originais