Technological strategies for screening and prevention of T2DM in Primary Health Care: an experience report

Authors

DOI:

https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4888

Keywords:

Diabetes Mellitus Type 2, Primary Health Care, Prevention, Screening Programs, Risk

Abstract

The high incidence of Type 2 Diabetes Mellitus in Brazil, combined with late diagnosis, poses significant challenges to primary healthcare. The study “Risk Assessment of Developing Type 2 Diabetes Mellitus in Users of a Family Health Strategy Team in the Municipality of Blumenau, Santa Catarina” aimed to implement the FINDRISC-BR score as a screening and prevention tool to identify individuals at risk of developing the disease at an early stage. This cross-sectional study included the training of healthcare professionals, application of the FINDRISC-BR score, and the development of technological technical products to support screening and raise public awareness. Four technological technical products were developed: training workshops for healthcare professionals, an educational eBook, a website/application named “FINDRISC Calculator,” and personalized informational flyers based on the identified risk level. The adoption of these tools demonstrated potential to optimize prevention and control strategies for Type 2 Diabetes Mellitus, enabling their replication in different primary healthcare contexts. The results indicated that integrating the FINDRISC-BR into the routine of the Family Health Strategy could enhance early disease detection while strengthening educational health practices. It is concluded that the continuity of this strategy, combined with management support and continuous team training, may contribute to reducing the prevalence of Type 2 Diabetes Mellitus and improving primary healthcare services.

Author Biography

  • Denise Silva da Silveira, UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS RS

    Doutora em Epidemiologia, Instituição: Universidade federal de Pelotas, Pelotas, RS, Brasil

References

1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Vigitel Brasil 2021: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico: estimativas sobre frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2021. Brasília: Ministério da Saúde; 2021.

2. International Diabetes Federation. IDF Diabetes Atlas. 10ª ed. Bruxelas: International Diabetes Federation; 2021.

3. Muzy S, Campos MR, Emmerick ICM, Silva RS, Schramm JMA. Prevalência de diabetes mellitus e suas complicações e caracterização das lacunas na atenção à saúde a partir da triangulação de pesquisas. Cad Saude Publica. 2021;37(5):e00076120.

4. Barim EM, McLellan KCP, Ribeiro RS, Carvalho JAM. Translation and cultural adaptation into Brazilian Portuguese of the Finnish Diabetes Risk Score (FINDRISC) and reliability assessment. Rev Bras Epidemiol. 2020;23:e200060.

5. Lindström J, Tuomilehto J. The Diabetes Risk Score: a practical tool to predict type 2 diabetes risk. Diabetes Care. 2003;26(3):725-31.

6. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério da Saúde; 2013.

7. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Cadernos de Atenção Básica, n. 35: Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica. Brasília: Ministério da Saúde; 2014.

8. Santa Catarina. Secretaria de Estado da Saúde. Linha de cuidado para a atenção às pessoas com Diabetes Mellitus. Florianópolis: Secretaria de Estado da Saúde; 2018.

9. American Diabetes Association. Standards of medical care in diabetes—2023. Diabetes Care. 2023;46(Suppl 1):S1-S154.

10. Silva SS. Manual de oficina pedagógica: desenvolvimento de competências em saúde. Belém: Universidade Federal do Pará; 2019.

11. Rocha NHN, Bevilacqua PD, Barletto M. Metodologias participativas e educação permanente na formação de agentes comunitários de saúde. Trab Educ Saude. 2015;13(3):597-615.

12. Porto JS, Marziale MHP. Motivos e consequências da baixa adesão às precauções padrão pela equipe de enfermagem. Rev Gaucha Enferm. 2016;37(2):e57395.

13. Facchini LA, Tomasi E, Duncan BB. Qualidade da atenção primária à saúde no Brasil: desafios e perspectivas. Cien Saude Colet. 2018;23(6):1903-15.

14. Damascena FSS, Vale PR. Desafios na atenção básica: sobrecarga de trabalho e resistência a mudanças. Rev Bras Med Fam Comunidade. 2020;15(42):2520.

15. Assis BCS, Sousa GS, Pereira MO. Que fatores afetam a satisfação e sobrecarga de trabalho em unidades da atenção primária à saúde? Rev Eletron Acervo Saude. 2020;12(6):e3134.

16. Mendes EV. O cuidado das condições crônicas na Atenção Primária à Saúde: o imperativo da consolidação da Estratégia da Saúde da Família. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde; 2012.

17. Paiva CHA, Pires-Alves F. Atenção primária à saúde: uma história brasileira. São Paulo: Hucitec; 2021.

18. Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde; 2010.

Published

2026-05-08

How to Cite

Silva, F. V., & Silva da Silveira, D. (2026). Technological strategies for screening and prevention of T2DM in Primary Health Care: an experience report. Saúde Em Redes, 12(sup3), 4888. https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4888