Rapid participatory estimate: situational diagnosis for health planning in Primary Health Care
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4932Keywords:
Participatory Rapid Assessment, Situational Diagnosis, Primary Health Care, Health Planning, Social Determinants of HealthAbstract
This experience report aims to describe the application of Participatory Rapid Assessment (PRA) as a situational diagnostic tool in a Basic Health Unit (BHU) located in the municipality of Mossoró, in the State of Rio Grande do Norte. The ERP was employed to analyze the health conditions of the local population, their social determinants, and the infrastructure and performance of the UBS, using methods such as territory analysis, interviews with key informants, and the analysis of secondary data. The methodology employed was Participatory Rapid Appraisal (PRA), a qualitative research approach that aims to collect and analyze data quickly and effectively, promoting the active participation of the community or individuals affected by the issues addressed. The results identified an epidemiological profile characterized by a high prevalence of non-communicable chronic diseases, such as hypertension (13.5%) and diabetes mellitus (6%), as well as a significant increase in mental disorders (3.3%). The analysis also highlighted structural challenges in the UBS, such as deficiencies in care for people with disabilities and in the supply of essential medications. The study reveals how ERP can be an agile and low-cost tool, capable of providing a detailed overview of health conditions and local needs, contributing to the improvement of public health planning and the strengthening of Primary Care. The discussion emphasizes the importance of integrating qualitative and quantitative data, community participation, and intersectoral collaboration to improve access and quality of health services, especially in contexts of social vulnerability.
References
1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Manual de diagnóstico situacional na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde; 2019.
2. UNICEF. Guia para aplicação da Estimativa Rápida Participativa em saúde. Brasília: UNICEF; 2017.
3. Hartz ZMA, Felisberto E, Vieira-da-Silva LM. Avaliação em saúde: dos modelos conceituais à prática na análise da implementação de programas. Salvador: Edufba; 2008.
4. Pereira MR, Silva AL, Souza MM. Metodologias participativas na atenção primária à saúde: desafios e perspectivas. Rev Bras Saude Publica. 2018;54(1):1-9.
5. César AA, Gomes AL, Lima MF. Estimativa Rápida Participativa: uma ferramenta para fortalecer a atenção primária à saúde. Saude Debate. 2020;44(123):50-60.
6. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12ª Ed. São Paulo: Hucitec; 2010.
7. Turato ER. Métodos qualitativos e quantitativos na área da saúde: definições, diferenças e seus objetos de pesquisa. Rev Saude Publica. 2005;39(3):507-14.
8. Gil AC. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7ª Ed. São Paulo: Atlas; 2019.
9. Conselho Nacional de Saúde. (2016). Resolução nº 510/2016 – Dispõe sobre a pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. Brasil: Ministério da Saúde; 2016.
10. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Epidemiologia e determinantes sociais das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil [Internet]. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2020 [citado 31 maio 2025]. Disponível em: https://dssbr.ensp.fiocruz.br/epidemiologia-e-determinantes-sociais-das-doencas-cronicas-nao-transmissiveis-no-brasil.
11. Amarante P. Saúde mental e atenção psicossocial. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2007.
12. Junqueira DA, Rocha BF, Tavares MKB, Silva JBNF. Implicações do gênero na educação sexual, conhecimento e vulnerabilidade às infecções sexualmente transmissíveis de acadêmicos de saúde. Res Soc Dev. 2021;10(9):e1835413652. doi:10.33448/rsd-v10i9.18354.
13. Buss PM, Pellegrini Filho AP. A saúde e seus determinantes sociais. Physis. 2007;17(1):77-93.
14. Paim JS, Travassos C, Almeida C, Bahia L, Macinko J. The Brazilian health system: history, advances, and challenges. Lancet. 2011;377(9779):1778–97.
15. Starfield B. Atenção primária: equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: UNESCO; 2002.
16. Anjos Jr AJS, Pimentel LS, Castro NA, Almeida ACG. O componente especializado da assistência farmacêutica: acesso a medicamento de alto custo. Res Soc Dev. 2022;11(7):e47811730447.
17. Miwa M, Ventura C. O (des)engajamento social na modernidade líquida: sobre participação social em saúde. Saude Debate. 2021;44:1246-54.
18. Freire P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1987.
19. Santos AR, Santos RB, Santos RMM, Nascimento JC, Vilela ABA. Educação popular como ferramenta de participação e promoção da cidadania na estratégia saúde da família. Rev Enferm UFPE online. 2016;10(9):3259-64.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Ivana Cristina Martins de Oliveira, Lucidio Clebeson de Oliveira, Janina Marinho Bezerra de Oliveira Brasil, Rita de Cássia da Silva Medeiros

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os direitos autorais para artigos publicados neste periódico são do autor, com os direitos de publicação para o periódico. Este periódico é de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, desde que citada a fonte (por favor, veja a Licença Creative Commons no link a seguir https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR).