Plataforma Celo Salud em los cuidados de enfermería para la persona anciana dependiente
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4855Palabras clave:
Salud digital, Promoción de la salud, Anciano frágil, EnfermeríaResumen
Objetivo: Este estudio analiza la idoneidad de la Plataforma Zelo Saúde (PZS) en la atención de enfermería a personas mayores dependientes. Métodos: Estudio piloto con un enfoque longitudinal, exploratorio y analítico de métodos mixtos, realizado durante ocho semanas, de octubre a diciembre de 2020, en Fortaleza y su región metropolitana. La muestra estuvo compuesta por 4 enfermeras de la Estrategia de Salud Familiar (ESF), Atención Domiciliaria (SAD-SUS) y servicios privados de atención domiciliaria, que monitorearon a 40 personas mayores dependientes y a sus cuidadores durante ocho semanas. La recolección de datos utilizó protocolos de monitoreo semanal, formularios PZS previos y posteriores al uso, y datos del backend de la plataforma, con análisis cuantitativos (frecuencias, medias, desviaciones estándar) y cualitativos (categorización temática). Resultados: Los resultados revelaron una buena usabilidad de la PZS, con 3 de cada 4 enfermeras totalmente de acuerdo con su facilidad de uso, comprensión de las instrucciones y mejor comunicación con los cuidadores mediante alertas en tiempo real y rutinas compartidas. Características como el registro de evaluaciones clínico-funcionales, planes de atención y registros de medicación se consideraron útiles, aunque desafíos como la sobrecarga de trabajo y la ausencia de campos para notas adicionales limitaron su plena incorporación a la rutina. El backend registró 729 accesos, concentrados entre profesionales de Atención Primaria, lo que confirma una alta participación. Conclusión: El PZS se consolida como una herramienta prometedora de mHealth para la gestión de la atención domiciliaria, en línea con la transformación digital del Sistema Único de Salud (SUS) y el envejecimiento de la población brasileña. Se recomienda la formación continua, las adaptaciones funcionales y los estudios multicéntricos para el escalamiento, fortaleciendo el rol de la enfermería en la promoción de la autonomía de las personas mayores y la equidad en salud.
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