Narrativas de resistencia: una cartografía sentimental de mujeres en situación de calle en São Paulo (SP)
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2025v11n3.4877Palabras clave:
Personas con Mala Vivienda, Mujeres, Racismo, Derechos Humanos, GéneroResumen
Este estudio, situado en el campo de la salud colectiva, explora las políticas de salud dirigidas a la población en situación de calle, marcada por la complejidad, la heterogeneidad y por vulnerabilidades atravesadas por el género, la raza y la clase social. Realizado en el centro de São Paulo, se fundamenta en conceptos como “cartografía sentimental”, “usuarios-guía” y “escrevivência” (escritura-vida). A partir de un enfoque cartográfico, se construyeron relatos-narrativos que acompañan los modos de vivir de las personas en situación de calle, en especial de cuatro mujeres cuyas historias revelan violencias, exclusiones, estrategias de supervivencia y prácticas de resiliencia. El recurso de la escrevivência permitió una aproximación a las narrativas de estas mujeres, evidenciando la profundidad de las intersecciones entre género, raza y clase. Al valorar tales narrativas como parte esencial de la lucha por los derechos, este estudio contribuye a ampliar la comprensión de las complejidades vividas por las personas en situación de calle y propone un enfoque metodológico sensible a las singularidades de sus experiencias.
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