Después de la Conferencia de Salud: el reto de incorporar las deliberaciones al ciclo de planificación del Sistema Unificado de Salud

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n2.5090

Palabras clave:

Participación Social, Planificación Sanitaria, Conferencias de Salud, Monitoreo, Evaluación Sanitaria, Gestión Sanitaria

Resumen

Objetivos: Analizar los desafíos, potencialidades y estrategias de los participantes en un programa nacional de capacitación sobre monitoreo y evaluación, centrado en los retos y el potencial de incorporar las resoluciones de las conferencias de salud, tal como se expresan en los instrumentos de planificación gubernamental y el sistema de salud pública. Métodos: Se trata de un relato de experiencia, de enfoque cualitativo, desarrollado a partir del análisis de 110 diarios de campo elaborados por participantes de la Formación en Monitoreo y Evaluación para el Control Social en el SUS, realizada entre 2023 y 2024. Los registros fueron sometidos a análisis de contenido temático y organizados en cinco dimensiones analíticas: política, formativa, organizacional, informativa y relacional/comunicacional. Resultados: Las comprensiones de los estudiantes demostraron diversidad de estrategias de monitoreo en diferentes territorios, con iniciativas que abarcan desde la movilización de consejos y la creación de comisiones hasta la celebración de reuniones con equipos de planificación y el desarrollo de herramientas de monitoreo. Se destacaron avances específicos en la incorporación de resoluciones en los planes estatales y municipales. Sin embargo, persisten limitaciones como la ausencia de metodologías estandarizadas, el desconocimiento de las decisiones tomadas, la escasa comunicación entre la administración y el control social, la escasez de recursos, la baja participación ciudadana y las dificultades en la articulación política. Los participantes señalaron la necesidad de capacitación continua, mayor transparencia, la creación de mecanismos institucionales permanentes y la inversión en sistemas de monitoreo computarizados. Conclusiones: La incorporación efectiva de las decisiones de las conferencias en la planificación gubernamental depende de procesos políticos, de capacitación y organizativos integrados, así como del fortalecimiento del diálogo entre la administración y el control social. Avanzar en esta dirección requiere ampliar la participación social, mejorar las competencias técnicas y consolidar las prácticas de monitoreo continuo.

Biografía del autor/a

  • Maria Ângela Conceição Martins, UFMT - Instituto de Saúde Coletiva

    Mestre e Doutora em Saúde Coletiva - Docente da graduação e do Programa de Pós Graduação do Instituto de Saúde Coletiva da UFMT da área de Políticas, Planejamento e Gestão

  • Maria Luiza Silva Cunha, ENSP - FIOCRUZ

    Doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

  • Patricia dos Santos da Costa, Tecnologista em Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca – Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ). Rio de Janeiro, RJ, Brasil;

    Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/FIOCRUZ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

  • Juliana Fernandes Kabad, Pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz). Rio de Janeiro,RJ, BrasiL

    Doutora em Saúde Coletiva; Docente da Universidade Federal de Mato Grosso; Cuiabá, MT, Brasil

  • Marly Marques da Cruz

    Doutorado em Ciências da Saúde pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ. Brasil

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Publicado

2026-07-16

Número

Sección

Relato de Experiência

Cómo citar

Martins, M. Ângela C., Silva Cunha, M. L., dos Santos da Costa, P., Fernandes Kabad, J., & Marques da Cruz, M. (2026). Después de la Conferencia de Salud: el reto de incorporar las deliberaciones al ciclo de planificación del Sistema Unificado de Salud. Saúde Em Redes, 12(2), 5090. https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n2.5090