Atención psicosocial a la población en situación de calle y la construcción de un dispositivo formativo intersectorial
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n2.5149Palabras clave:
Población en Situación de Calle, Atención Psicosocial, Determinantes Sociales de la Salud, Salud Mental, Acceso a Atención Primaria, Educación ContinuaResumen
Objetivo: Analizar críticamente documentos normativos y técnicos relacionados con la atención de la Población en Situación de Calle en el ámbito de la Red de Atención Psicosocial (RAPS), con el fin de elaborar un cuaderno didáctico intersectorial para apoyar procesos formativos. Método: Se trata de una investigación cualitativa basada en análisis documental. El corpus estuvo compuesto por normativas federales, directrices de la Red de Atención Psicosocial, documentos técnicos del Ministerio de Salud, materiales orientadores de los Consultorios en la Calle, informes institucionales y notas técnicas seleccionados por su incidencia directa en la organización de la atención. El análisis se desarrolló mediante lectura exploratoria, construcción de ejes analíticos y análisis crítico comparativo, permitiendo identificar convergencias, contradicciones y vacíos entre lo prescrito en las normativas y la práctica cotidiana de los servicios. Resultados: Los resultados evidencian la persistencia de una lógica manicomial ampliada, la fragmentación de la red, la centralización de la atención en determinados dispositivos, la fragilidad de la intersectorialidad y la inadecuación de las exigencias burocráticas a las condiciones concretas de vida de la Población en Situación de Calle. A partir de estos hallazgos, los desafíos fueron organizados como expresiones estructurales de las políticas públicas, articulando normas, prácticas institucionales y efectos en la atención. Conclusión: El material didáctico-formativo producido no pretende ofrecer respuestas definitivas, sino funcionar como un dispositivo de apoyo y reflexión capaz de sostener procesos formativos críticos y contextualizados. Se espera que este trabajo contribuya al fortalecimiento de prácticas alineadas con la atención en libertad, la intersectorialidad y la garantía de derechos, de acuerdo con los principios desarrollados a lo largo del estudio.
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