Programa de cualificación del cirurjano dentista en la Estrategia Salud de la Familia: un enfoque e-learning
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4921Palabras clave:
Salud Digital, Educación Continua, Estrategias de Salud Nacionales, Educación en Odontologia, Educación a DistanciaResumen
El objetivo de este estudio fue desarrollar e implantar un Producto Técnico Tecnológico (PTT) de educación permanente mediante e learning en la plataforma Moodle dirigido a odontólogos de la Estrategia de Salud de la Familia (ESF), mejorando la práctica clínica en la Atención Primaria de Salud (APS), promoviendo la integralidad, la intersectorialidad y la reorientación del trabajo en el Sistema Único de Salud (SUS), y superando el modelo asistencialista y tecnicista en la formación odontológica. Se trata de una intervención educativa participativa con contenidos definidos por un comité multiprofesional de profesionales de la ESF, basados en demandas clínicas. Programa autoformativo articulado en dos ejes: (1) Integración en la ESF (APS, territorialización, seguridad del paciente, acogida); (2) Abordaje interprofesional (atención odontológica prenatal, visita domiciliaria, atención a personas LGBTQIA+ y otros). Se implementó en Moodle con autoevaluaciones (opción múltiple) y retroalimentación cualitativa mediante grupo de discusión con una muestra compuesta por odontólogos con una media de 5–6 años en la ESF. El perfil de los participantes mostró experiencia en la ESF, pero con formaciones recientes centradas en especialidades tecnicistas. La evaluación cualitativa indicó impacto en la percepción de vulnerabilidades sociales y salud mental, fortaleciendo el vínculo con el servicio y reorientando la atención hacia una visión integral del paciente. La plataforma fue elogiada por su didáctica, sencillez e inclusión de temas sugeridos. Así, el PTT demostró la viabilidad de la educación a distancia para la educación permanente en salud bucodental en la APS, alineada con la Política Nacional de Salud Bucal (PNSB). Sustenta la reproducibilidad en el SUS, fomentando la reflexión crítica, la atención interprofesional y la reducción del modelo tecnicista, con implicaciones para resultados equitativos en salud pública.
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