Simulación realista en el manejo del sufrimiento psíquico en la Atención Primaria: relato de experiencia
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12nsup3.4946Palabras clave:
Atención Primaria de Salud, Salud Mental, Entrenamiento por Simulación, Educación en Salud, Capacitación en ServicioResumen
La creciente demanda de atención en salud mental en la Atención Primaria de Salud (APS) evidencia las dificultades de los equipos para manejar situaciones complejas y emocionalmente intensas. Este relato de experiencia describe el uso de la simulación realística como estrategia pedagógica para el abordaje de una paciente en sufrimiento psíquico, durante una actividad formativa del Máster Profesional en Salud de la Familia (PROFSAÚDE). Participaron siete profesionales de la Estrategia de Salud de la Familia, en un escenario que reprodujo una crisis en salud mental. La dramatización, concebida como un producto técnico-tecnológico, permitió ejercitar habilidades técnicas y relacionales, como comunicación terapéutica, escucha calificada y evaluación de riesgo. Las expresiones de las participantes revelaron inseguridad, estigma y falta de preparación, destacando la importancia de las tecnologías blandas en la producción del cuidado. El debriefing desempeñó un papel central en la resignificación de la experiencia y en la consolidación del aprendizaje. Se concluye que la simulación realística es una metodología potente para la cualificación de profesionales de la APS, especialmente en temas sensibles como la salud mental, ya que permite vivenciar situaciones complejas en un entorno seguro, favoreciendo la empatía, la humanización y la reflexión crítica.
Referencias
1. Carrapato P, Correia P, Garcia B. Determinantes da saúde no Brasil: a procura da equidade na saúde. Saude Soc [Internet]. 2017;26(3):676-89. doi:10.1590/S0104-12902017170304.
2. Ferreira RP, Guedes HM, Oliveira DWD, et al. Simulação realística como estratégia de ensino no aprendizado de estudantes da área da saúde. Rev Enferm Centro-Oeste Mineiro. 2018 [citado 8 mar. 2025];8:e2508. Disponível em: https://seer.ufsj.edu.br/recom/article/view/2508
3. Negri EC, Mazzo A, Martins JCA, Pereira Jr GA, Almeida RGS, Pedersoli CE. Clinical simulation with dramatization: gains perceived by students and health professionals. Rev Latino-Am Enferm. 2017 [citado 8 mar. 2025];25:e2916. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rlae/a/QQxfsnbsqwYJCMmjRPp7xtB/
4. Maia Gusmão RO, Viana TM, de Araújo DD, Vieira Torres JDR, da Silva Jr RF. Atuação do enfermeiro em saúde mental na estratégia de saúde da família. J Health Biol Sci [Internet]. 2022 [citado 30 maio 2025];10(1):1-6. Disponível em: https://periodicos.unichristus.edu.br/jhbs/article/view/3721
5. Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Mestrado Profissional em Saúde da Família – ProfSaúde [Internet]. Rio de Janeiro: ABRASCO; 2019 [citado 30 maio 2025]. Disponível em: https://profsaude-abrasco.fiocruz.br/
6. Mussi RFF, Flores FF, de Almeida CB. Pressupostos para a elaboração de relato de experiência como conhecimento científico. Praxis Educ. 2021;17(48):60-77. doi:10.22481/praxisedu.v17i48.9010.
7. Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). Manual de simulação clínica para profissionais de enfermagem [Internet]. Brasília: COFEN; 2022 [citado 14 abr. 2025]. Disponível em: https://biblioteca.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/manual-simulacao-clinica-profissionais-enfermagem.pdf
8. Ferreira JMA, Silva TS, de Araújo JAS, Tavares AS, Nogueira JPMBC, Matos MLC de, Delgado LL, Luz NF, Cavalcante JR do C. Simulação realística em saúde como estratégia de ensino-aprendizagem na saúde coletiva. REAS [Internet]. 2024 [citado 14 abr. 2025];24(6):e16333. Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/16333
9. de Oliveira GC, Valença AM. Institucionalização prolongada, transtornos mentais e violência: uma revisão científica sobre o tema. Saude Soc [Internet]. 2020;29(4):e190681. doi:10.1590/S0104-12902020190681.
10. Schmidt Moura C, Figueiredo Rocha LH, Nunes da Bruz A, de Aguiar Alves L, Soares de Souza M, Vieira Silva Ítalo R, et al. Tecnologias leve-duras na saúde: uma revisão integrativa sobre inovação no cuidado médico. JHT [Internet]. 2025 [citado 17 nov. 2025];4(1):e4161. Disponível em: https://www.jhealthtechnology.org/index.php/jht/article/view/61
11. Yamane MT, Machado VK, Osternack KT, Mello RG. Simulação realística como ferramenta de ensino na saúde: uma revisão integrativa. Espac Saude [Internet]. 2019 [citado 30 maio 2025];20(1):87-107. Disponível em: https://espacoparasaude.fpp.edu.br/index.php/espacosaude/article/view/651
12. da Silva DC, Alvim NAT, de Figueiredo PA. Tecnologias leves em saúde e sua relação com o cuidado de enfermagem hospitalar. Esc Anna Nery [Internet]. 2008;12(2):291-8. doi:10.1590/S1414-81452008000200014.
13. Merhy EE. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. São Paulo: Hucitec; 2002.
14. Merhy EE, Franco TB. Por uma composição técnica do trabalho em saúde: contribuições para a micropolítica do trabalho vivo em ato. Saude Debate. 2013;37(98):372-9.
15. Castro R da C, Gomes KC, Ribeiro MS de S, dos Santos NM. Epistemologia do saber experiencial e o sentido da experiência: uma revisão de literatura. CLCS [Internet]. 2024 [citado 30 maio 2025];17(4):e6116. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/6116
16. Pinto VN de C, Madeiro LS, da Silva EP, Costa EAF, Santos DF, Izidoro J da S, et al. Interdisciplinaridade na saúde e educação pública: promoção do conhecimento à luz da teoria da complexidade. Cad Pedag [Internet]. 2024 [citado 30 maio 2025];21(13):e11384. Disponível em: https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/view/11384
17. Eppich W, Cheng A. Promoting Excellence and Reflective Learning in Simulation (PEARLS): development and rationale for a blended approach to health care simulation debriefing. Simul Healthc. 2015;10(2):106-15. doi:10.1097/SIH.0000000000000072.
18. Marques AP, Costa Cruz Ogura HC, Paterno Alves M. Tipos de debriefing na simulação médica: revisão integrativa. Braz J Implantol Health Sci [Internet]. 2024 [citado 31 maio 2025];6(5):1116-34. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/2118
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Débora Nunes Pinto, Stela Nazareth Meneghel, Júlia Schneider da Silva, Jéssica Dayane Silva, Greice de Medeiro Zirr, Thainá dos Santos, Barbara Vitalia Leon Sanchez

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os direitos autorais para artigos publicados neste periódico são do autor, com os direitos de publicação para o periódico. Este periódico é de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, desde que citada a fonte (por favor, veja a Licença Creative Commons no link a seguir https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR).