Líneas de insurrección: de los marcadores sociales de discapacidad a la gubernamentalidad neoliberal en la atención de la salud de las personas con ostomas
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n1.5040Palabras clave:
Ciencia política, Estomaterapia, Investigación cualitativa, Personas con discapacidad, Política sanitariaResumen
Objetivo: Entrecruzar la influencia de los marcadores sociales de la diferencia y la gubernamentalidad neoliberal en la atención a la salud de personas con ostomías, considerando líneas de acción-insurrección en investigaciones cualitativas. Método: Estudio cualitativo teórico, en formato de ensayo con notas de una investigación de diseño mixto, a partir de la recolección de datos realizada entre 2023 y 2024, en servicios especializados en la atención a personas con discapacidad del tipo ostomía respiratória y de eliminación, en el Norte de Brasil. Resultados: Se concibieron ejes de debate desde lo microsocial hasta lo macrosocial. Se entrecruzaron la clase social, la exclusión geoespacial y la discapacidad —que implican la creación de aberturas en el cuerpo para la respiración o la eliminación— con el concepto de Insignias de la Diferencia. Se discuten los confrontamientos con las directrices de la gubernamentalidad, las subjetividades de los trabajadores permeadas por el temor (implícito o no), el miedo al continuo desfinanciamiento, los contornos biomédico-reduccionistas durante las entrevistas, la cuantificación como prioridad, las exigencias de contrapartidas de la investigación y la priorización de una productividad discursiva —crisis narrativa—, conformando los datos a un lugar banalizado. Consideraciones finales: Se defiende la insurrección como línea de (re)acción para reportar y provocar fisuras narrativas en más investigaciones cualitativas, con el fin de cuestionar tanto el neoliberalismo como el borramiento de los marcadores sociales.
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