La formación y la práctica de profesionales de Medicina Familiar y Comunitaria en el sistema de atención complementaria de salud
DOI:
https://doi.org/10.18310/2446-4813.2026v12n3.5125Palabras clave:
Medicina Familiar y Comunitaria, Atención Primaria de Salud, Salud ComplementariaResumen
Objetivos: Analizar, desde una perspectiva cartográfica, las trayectorias de formación y actuación de profesionales de medicina familiar y comunitaria en la salud complementaria. Métodos: El campo empírico fue una clínica privada de Atención Primaria de Salud en Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Se invitó a once profesionales; nueve respondieron un cuestionario electrónico y seis participaron en entrevistas cartográficas entre junio de 2021 y enero de 2022. El material fue discutido en reuniones quincenales del colectivo de investigación, en las que se construyeron tres analizadores. Resultados: (i) “el encuentro con las diferencias sociales” evidenció tensiones por el contraste entre trayectorias sociales de estudiantes y profesionales de medicina y territorios de la atención básica pública; (ii) “De la formación en el Sistema Único de Salud brasileño al encantamiento con la salud complementaria” reunió relatos en los que mejores condiciones estructurales, mayor acceso a exámenes y procedimientos y percepción de más capacidad resolutiva aparecieron como motivos relevantes para trabajar en el sector complementario; y (iii) “el desencanto y la precarización en la salud complementaria” problematizó vínculos laborales, protección de derechos y límites a la autonomía profesional en el contexto investigado. Conclusiones: La inserción en la salud complementaria fue multifactorial y estuvo marcada por la circulación entre los sectores público y privado. La mayor disponibilidad de recursos y la percepción de mayor capacidad resolutiva coexistieron con menor protección laboral y tensiones en la autonomía profesional. Los hallazgos, circunscritos a la clínica investigada, evidencian la ambivalencia de estas trayectorias y aportan elementos al debate sobre formación, trabajo y relaciones público-privadas en salud.
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