Saúde Coletiva, pós-estruturalismo e redes vivas de existência: caminhos para pensar o nosso tempo

Emerson Elias Merhy

Resumo


Pretende-se, nesse material, partir de um problematização da pretensão metalinguística das práticas discursivas, de certos campos disciplinares que atravessam a constituição do campo da saúde coletiva brasileira, com o intuito de criar um campo de novas possibilidades de pensamentos não, necessariamente, já instituídos e validados nesses campos, mas que podem abrir novas possibilidades de produção de conhecimento, ao mesmo tempo que permitam gerar novos temas e objetos de estudo para a saúde coletiva. Toma-se a tensão entre esses campos disciplinares instituídos e a emergência de novas ofertas de pensamentos no que corriqueiramente é tratado como pós-estruturalismo. Fecha-se com a explicitação necessária entre ciência de estado e ciência nômade que tem operado no território expressivo da saúde coletivo.


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PORTUGUÊS

Referências


MERHY, E.E.. Saúde: cartografia do trabalho vivo. São Paulo: Hucitec, 2000.




DOI: https://doi.org/10.18310/2446-4813.2018v4n4p%25p

DOI (PORTUGUÊS): https://doi.org/10.18310/2446-48132018v4n4.2344g321

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A revista Saúde em Redes foi classificada pelo Sistema Qualis-Periódico da CAPES no Quadriênio 2014/2016, período de sua criação, no estrato B1 na área de Ensino, no estrato B4 nas áreas de Enfermagem, Interdisciplinar, Psicologia, Saúde Coletiva e Serviço Social e no estrato B5 nas áreas de Geociências e Medicina II. Novidade 2019: a Saúde em Redes foi aprovada para indexação na Base LILACS.

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